6 filmes que todo profissional da saúde deve assistir
Devido ao comportamento complexo do corpo e da mente humana, muitos cineastas escolheram temas relacionados à saúde para basear seus roteiros.
Muitas vezes, são histórias com muita tensão e emoção, que atraem grandes públicos, mas que também podem ser fonte de informação importante para profissionais da saúde!
Selecionamos alguns dos filmes que indicamos aos profissionais da saúde para você maratonar! Confira a nossa lista:
Para Sempre Alice

O filme é baseado no livro de mesmo nome, escrito por Lisa Genova. Estrelado por Juliane Moore, aborda a doença de Alzheimer de início precoce e todos os desafios de conviver com os primeiros sinais da perda de memória.
Clube de Compras Dallas

Nos anos 1980, um eletricista machista do Texas é diagnosticado com Aids e sofre com o preconceito, o estigma e o abandono. Ele vai atrás de terapias alternativas e maneiras de controlar a infecção. A obra mostra em detalhes o processo de aprovação das primeiras drogas do coquetel antirretroviral.
O Escafandro e a Borboleta

Jean-Dominique Bauby (Mathieu Amalric), o bem-sucedido editor da revista francesa Elle, sofre um acidente vascular cerebral aos 43 anos. Após o derrame, desenvolve uma síndrome rara, em que seu corpo fica totalmente paralisado — ele só é capaz de mexer o olho esquerdo.
Um Estranho no Ninho

Uma das melhores atuações da carreira de Jack Nicholson. Ele vive o personagem Randle Patrick McMurphy, que se faz de louco para fugir da cadeia e dos trabalhos forçados e ser encaminhado a um hospital psiquiátrico.
Após ser internado, ele começa a bagunçar o hospício e influenciar os outros pacientes. O filme retrata bem o uso punitivo da eletroconvulsoterapia — popularmente conhecida como terapia de choque — nos sanatórios durante o século passado.
Tempo de Despertar

Baseado na experiência do neurologista, biólogo, escritor e químico amador Oliver Sacks, descrita no livro Awakenings (1973), o filme relata a história do médico pesquisador que acaba tendo que trabalhar na ala de doenças crônicas em um hospital neurológico no bairro nova-iorquino do Bronx, em 1969.
No filme, em seu primeiro dia no hospital, o neurologista Malcolm Sayer (interpretado por Robin Williams) se depara com pacientes aparentemente catatônicos — porém, diferentemente dos outros médicos, Dr. Sayer acredita que todos encontram-se “adormecidos” e começa a desenvolver estímulos para os pacientes.
Garota, Interrompida

Em 1967, após uma sessão com um psicanalista que nunca havia visto antes, Susanna Kaysen foi diagnosticada como “Borderline” — uma aflição com sintomas que, em sua opinião, são tão ambíguos que qualquer garota adolescente pode ser enquadrada nela. Enviada para um hospital psiquiátrico, onde viveu pelos dois anos seguintes, ela conhece um novo mundo, de jovens garotas sedutoras e transtornadas.
Entre elas está Lisa, uma charmosa sociopata que organiza uma fuga com Susanna, Daisy e Polly com o intuito de retomarem suas vidas.
Crack, repensar

O uso do crack cresce no mundo de modo alarmante. É uma droga de fácil dependência após o contato inicial. A abstinência gera grande desconforto ao usuário, depressão, ansiedade e agressividade contra terceiros. A necessidade do uso frequente acarreta delitos para obtenção de dinheiro, venda de bens pessoais e familiares e até prostituição — tudo para sustentar o vício.
No documentário “Crack, repensar” (2015), os diretores Felipe Crepker Vieira e Rubens Passaro buscam desconstruir estigmas e preconceitos em torno do crack e de seus usuários.
Agora é só reunir os amigos e preparar a pipoca! ;)
