Neymar e o preço de ser adulto sem nunca ter sido criança
Breiller Pires
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Bacana o seu texto. Mostrou uma visão diferente, um outro lado da moeda que raramente é levado em consideração. Só tenho um questionamento. 
E aqueles milhões de meninos que são obrigados a ir trabalhar cedo, em qualquer outra profissão, para sustentar a família e que não têm a fama e a fortuna do sujeito do seu texto e, ainda assim, comportam-se como adultos, mesmo sem ter podido ter infância?
Eu sempre soube, por ouvir e por ver acontecer, que dificuldades amadurecem. Não o contrário.
E, aos 24 anos, com um filho de 04, já passou da hora de se tornar adulto.

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