Mais um menino desses
Metrô de São Paulo, linha verde, cinco da tarde. Sexta-feira. Caia um pé d’água alguns metros de terra acima da minha cabeça, mas eu ainda não sabia, até olhar para ela. Carregava uma sombrinha frágil dessas de cinco reais. Era jovem, bonita, falava ao telefone com alguém.