
O cliente também sente os efeitos dessa automatização. É difícil enxergar o valor do que é entregue. Gasta-se linhas e mais linhas de e-mails na tentativa de alinhar o trabalho da agência com a sua expectativa. As famosas alterações roubam energia de ambos os lados e acabam por distanciar as peças do briefing. O desgaste é tão grande que tanto a agência quanto o cliente sentem-se pressionados em conseguir chegar logo em um resultado minimamente “aceitável”. Mas o “aceitável” é muito pouco para quem busca as melhores ideias.
Gente que ama a liberdade, mas que está presa a um computador. Do tipo que está na décima quarta START-UP, sempre atrás daquele round de investimento que o tornará milionário. A menina que tem vergonha de dizer que é vendedora e que se apresenta como “líder-team da equipe de vendas” e do blogueiro que é articulista e CEO no perfil do Facebook.