A zona de conforto não é confortável

Já fiz alguns comentários sobre estar na zona de conforto, pensava como a maioria das pessoas até me deparar com um texto que explicava sobre a falta de conforto da zona de conforto.
Quando ouço a palavra conforto, o que vem em mente é relaxamento, satisfação, também pode ser um espaço amplo, arejado, um local onde as pessoas se sentem bem. A conhecida zona de conforto não representa nada disso, é tão simplesmente um “status de estagnação” .
Estar na zona de conforto não significa ter alcançado algo melhor, significa sentir-se confortável apesar do que se apresenta no momento. Isso mais parece comodismo do que conforto.
Quem busca conforto, reconhece quando o tem. Estou cada vez mais certa de que para ter conforto não podemos nos dar ao luxo de ficarmos parados esperando as coisas mudarem, muito menos caírem do céu.
Talvez a única vantagem da zona de “conforto” é a de ser conhecida por muito tempo. Nela, há muito tempo se reclama, há muito tempo se sente medo, solidão… Há muito tempo as perspectivas de vida vêm sendo reduzidas.
Apegar-se ao que é conhecido, torna este habitat confortável e para que tudo fique como está se faz algum movimento, porém nada de transformador. Mesmo porque transformar, mudar, evoluir é arriscado e pode dar tudo errado ou pode dar tudo certo e ser muito melhor!
Questine: Como começam as grandes mudanças, as grandes transformações?
Começam como praticamente todas as coisas, a princípio são pequenas. São pequenas atitudes, pequenos novos hábitos, pequenos e constantes passos que com a prática permitem criar novos hábitos.
Assim que se sente o gosto das mudanças, surgem outras perguntas intrigantes sobre o “status de estagnação”, como esta:
“Como aguentei tanto tempo naquele cubículo?”
Experimente! Passe pela vida fazendo experiências. É assim que se conhece o conforto.
