Amour

Este que queima as entranhas e consome a mente

Treme e implora para externar-se do individuo

Para enfim, se consumar em plenitude àquele que é a razão deste existir

Tal consumação não se limita ao dito

Mas vibra no pensar, brada de dentro das entranhas o mais puro dos sentimentos humanos

Que com o simples toque de dois corpos

Lê-se de ambas as partes, sem necessidade de palavra

A existência plena do que de melhor o Ser tem à oferecer

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