Oi, Isaac.
Agradeço o comentário.
Esse artigo vai comemorar 2 anos agora no dia 10. Eu mesmo nem lembro todos os detalhes do contexto da época, hehe!
Quando menciono a distribuição, por exemplo, é meramente para reforçar o argumento de que algo está errado: um grupo de gente se dispôs a deixar o KDE redondinho e absolutamente não conseguiu. Para mim, isso mostra que tem algo muito errado com o projeto, mesmo que seja difícil de explicar o que possa ser.
E isso naquela época. Eu nem sei como estão as coisas hoje.
Sobre o Debian: hoje eu estou usando MX-Linux no laptop pessoal. É quase um Devuan. Curiosamente, no fim das contas, só tem duas distros que eu considero “as grandes” da atualidade, juntamente com os descendentes de cada uma: Gentoo e Debian. O resto é resto…
Eu trabalhei como estagiário na Conectiva, pouquíssimo tempo depois da aquisição pela Mandrake. (Que época horrível da minha vida…)
Eu cheguei a “usar” o Kurumin como “rescue CD”, mas na época eu estava em “outra vibe”. E, sinceramente, a distro nunca me empolgou muito.
Eu não toco em Windows desde 2015, já, e não tenho nenhuma instalação dessa coisa em casa já faz possivelmente mais de uma década. Não se preocupe: não seria para o Windows que eu “voltaria”.
Quando puder, dá uma olhada nesse meu outro artigo:
https://medium.com/clebertech/xfce-quase-como-o-lada-e3b3c1940c93
Você verá que eu uso já faz um bom tempo um mix de Fluxbox + XFCE4. Estou bem contente. De vez em quando eu testo outros DEs ou WMs, mas acabo sempre voltando ao bom e velho Fluxbox.
Abraço!
