Oxente, bichinho afrontoso!

É no fim onde tudo começa

Me pego imaginando se vou rir tanto quanto rio virtualmente com você quando nos encontrarmos.

Aquele “pliiinnnn” no celular já coloca um sorrisinho, e bem do maroto, em meu rosto.

Durante o dia, eu espero por suas músicas quase como um duelo, para eu enviar as minhas também. Quem sabe você me acha mais descolada?

Fico imaginando o quão quentes serão nossas noites e se na madrugada poderei olhar em seus olhos e lhe dizer tête-à-tête:

Tú é afrontoso, gato, puta que o pariu!

Te quero!

Contestador do que eu digo, das minhas negativas. Provocador, quero sentir seu carinho sem fechar os olhos e sem precisar do cobertor para imaginar o seu abraço.

Quero colocar as mãos no seu peito e entender como bate esse músculo involuntário e tão revolucionário.

Penso em deixar uma dedicatória bem de esquerda em um bloquinho seu. Por que, né? Temos que ser gratos nessa vida e reconhecer quem passa por ela, debochado!

Que loucura é pensar em você!