A Fala espontânea que vale sempre

O melhor corte que você respeita do filho mais incrível

Jantar em família. Eu fiz uma sopa de carne com legumes, mesmo gripada.

No final, nós começamos a conversar sobre as descobertas da humanidade que fizeram o homem se tornar homem, o fogo, a lavoura. A conversa descambou para a possibilidade de terem existido civilizações tecnicamente mais evoluídas que a atual, pré-diluvianas. E aí o Cláudio explicou ao João que Deus se arrependeu de ter criado o homem, tamanho o grau de iniquidade que a sociedade da época havia adquirido. Ele, então, muito inteligente como sempre, perguntou ao Cláudio. “Como, se ele sabia de tudo que iria acontecer, ele se permitiu criar o homem?”.

Cláudio respondeu: “O que temos de Deus é a palavra do próprio homem sobre Deus e muitas vezes a perspectiva do tempo humano não é conciliável com a onisciência divina, mas, na perspectiva do amor de Deus, ele pode assumir o risco da desobediência quando cria seres com liberdade de errar, sabendo que o bem dele vai imperar ao final”.

O João, então, responde: “Eu entendo, pai. É que nem a mamãe. Ela sabe o trabalho que um filho vai dar, mas não desiste de ter o filho mesmo assim”.

Não tenho mais nada a dizer, apenas me sentindo homenageada.

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