Ah, Paula Diniz, seu texto me remeteu aos anos noventa do século passado, quando meu primeiro computador foi uma sucata de hospital. Subi as escadas até meu apartamento com a torre nos braços, exultando de alegria! Gastei o que não tinha para transformá-lo num Frankenstein respeitável e dei a ele o nome de Franque. Comecei copiando e alterando códigos do Java em mensagens de e-mail, depois editei alguns sites alugando alguns feras da computação e algumas aulas particulares… Era tempo do acesso discado à internet e tive, sem querer, de pagar altas contas… um espanto! Faz tempo! Mas não me arrependo de todo investimento que fiz. Continuo apaixonada pela computação.
Mas pasme! Minha profissão à época era professora de Literatura Brasileira e Língua Portuguesa. Hoje sou ensaísta, publiquei alguns livros, completo 66 dia 4 próximo… Mas a paixão continua…
Siga sua vocação, você tem tudo para brilhar!
Abraços,
Cláudia