Episódio #02: O começo da Incubadora

Por Camila Gullo

No post “Episódio #01” eu contei o que aconteceu depois que tive a ideia e deixei para um outro post o começo da Incubadora antes mesmo da estruturação do Coworking.

( Está viajando, não leu o Episódio #01? Tá na mão: https://medium.com/@cmente/epis%C3%B3dio-01-depois-da-ideia-vem-o-que-2d52ba5cef3b#.txka87s5c )

Conheci a Lívia Bittencourt, também advogada, no curso Criando Oportunidades. Ela me chamou atenção porque jogou tudo para o alto e decidiu correr atrás de outro caminho para sua carreira e para sua vida. Então no encontro presencial do curso eu a procurei para conhecê-la pessoalmente. Nos conhecemos já quase no final (era muita gente) e trocamos algumas figurinhas.

Semana passada ela esteve no Rio e conseguimos nos ver rapidamente — foto :)

Conversei sobre a minha ideia (que no caso não era jogar tudo pro alto) e ela gostou e falou que tinha uma pessoa que se enquadrava certinho no perfil de advogada que eu estava pretendendo ajudar e que a colocaria em contato comigo.

Alguns dias depois já estava conversando com a Giovana Araujo, advogada recém-formada do interior de São Paulo que estava desviando do caminho que queria seguir por não se achar preparada para atuar na advocacia (com o tempo falaremos mais sobre ela).

Inicialmente pensei em guardar o contato e voltar a conversar com ela depois que já estivesse tudo “pronto”.

Mas não tem essa de PRONTO.

Pra não dizer NUNCA, que é uma palavra que evito usar (junto com sempre, toda vez, com certeza e unanimidade), acho que se eu esperasse para começar quando toda a ideia estivesse fisicamente transformada na minha frente (nos mínimos detalhes), demoraria um pouco para falarmos novamente.

Então fui clara e contei para Giovana que o projeto havia acabado de nascer, mas que eu estava muito animada para começar a trabalhar JÁ e perguntei se ela se propunha a ser a primeira incubada da CMente em sua versão beta.

Ela topou, preencheu o que tinha que preencher, fizemos uma primeira entrevista para confirmar se o perfil dela era compatível com a proposta da CMente e começamos a mentoria online. Sem site, sem vídeo-aula. No cara-a-cara via Skype, troca de mensagens e acompanhamento de cronograma de atividades propostas.

Já entramos no segundo mês de acompanhamento e posso dizer que ela já evoluiu demais. Criou (contamos) 5 oportunidades que ela antes nem imaginava que existiam. E foi ELA quem criou. Só demos um empurrãozinho. Fiquei MUITO feliz.

Mostra que a essência do projeto tem razão de ser.

Em paralelo, já com o projeto funcionando, abri o caminho para parceiros e apoiadores, enquanto o pessoal continuou fazendo conta para o Coworking.

Nesse momento, enxerguei claramente as diferentes (e complementares) propostas da CMente, que são:

  • Mentoria online
  • Escritório Virtual
  • Incubadora
  • Coworking
  • Educação
  • Eventos

Em todas as propostas o virtual e presencial podem se misturar e nenhum é exclusivamente feito online ou offline.

Lógico que fazendo conta e viabilizando a estrutura física, só posso caminhar com o online e estruturar o offline em pequenas proporções.

Nesse tempo fui me informando sobre a propagação e crescimento do conceito da advocacia em rede (curiosamente usei esse termo — rede — na minha apresentação da CMente, sem saber que a expressão já está sendo usada por aí) e conheci um monte de gente legal com a mesma cabeça aberta de atualização da prática da advocacia com as novas necessidades da economia, da sociedade, das comunidades, dos clientes e d@s próprios advogad@s. Sem contar do alinhamento com a tecnologia, que pode abrir portas e janelas nunca antes imaginadas.

Mas esse assunto também fica para um próximo post.

Está bom assim. Já tenho a prova que há demanda no Brasil inteiro para o apoio que a CMente se propõe a fornecer.

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