Opa! Obrigado pelo comentário. (e preciso perguntar: você leu o texto?)
André Monsev
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Não acho que tem essa de ficar elogiando e depois querer apontar erros nesse momento tão delicado. Seu texto é inoportuno — ou diríamos que é um texto “troll elegante”, já que não passou nem 12 horas que ele faleceu e você levanta questões que não tem o menor cabimento (ou que dariam uma tese de mestrado). Você diz nas entrelinhas que a letra incentivava o estupro e que é escrota, supondo que o Júpiter se arrependeu por escrevê-la e também rebaixando a postura/discurso artístico do artista. O seu objetivo pareceu ser tentar encontrar uma mancha na carreira do Júpiter. Se você não curte a música ou essas putarias que Júpiter falava, ok…é direito seu. Só acho que esse texto (no dia de hoje) não é muito bem vindo. Se você realmente conhece a carreira do Basso nos Cascavelletes, perceberá que ele falava muita besteira por causa do estilo “porno rock”; esse que foi criado por ele e por seus companheiros. Um estilo que tinha o objetivo de ser transgressor, contracultural, explicito e totalmente chocante. Tudo era uma composição da personalidade que a banda exercia — a narrativa fazia parte do contexto da criação desse estilo. Agora ficar levantando questões de feminismo, ou discussões sobre a vulgaridade das letras, fazendo anacronismo (já que sim, o feminismo de internet se apropria de tudo quanto é contexto e discussão) e mudando contextos não é uma maneira correta de avaliar um artista. Você diz “não vou sujar meu texto com essa letra”… cara, tu tem o meu perdão já que não parece manjar de arte contemporânea. Se conhecesse mesmo, nada seria tão chocante para você. Tu está avaliando a mensagem, totalmente crua…sem procurar saber sobre o artista e sobre seu contexto. Provavelmente se tivesse uma idéia, nem iria se importar com essa música.

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