Se não sai a gritar de ti,não escrevas.

Bukowski,meu grande eterno amor literário,autor de frases e comportamentos espelhados pela minha alma,não que eu fizesse questão de fazer o mesmo e sim porque eu o via em mim de varias formas e constância.

Li deles apenas dois livros,alguns poemas e poucas menções,mas me saciou o espírito encotrar, depois de anos lendo estórias que não me ajudavam a realmente ser,e só me diziam que o belo era o certo,e que o belo era exatamente aquilo que me enfiavam garganta a baixo,impodo que eu tinha que seguir as regras ser exata sem parênteses,sem escolhas.

Sempre me desencorajei reprimi as milhares de frases de variadas formas e sentir que sufocavam dentro de mim,e em nenhuma vez me fiz acreditar que isso seria a válvula de escape que me salvaria do meu próprio caos interno.

Precisei odiar as dezenas de professoras de português que por mim passaram pra de fato me apaixonar pela escrita,e devo esse amor repentino ao meu Velho,pois dele,dessa frase vinda de dentro das estranhas dele eu pude rebater com toda a minha força que não quero ter que viver ou sobreviver aos padrões da maldita sociedade,e que correr contra toda a massa humana que transitam a um só lado será a minha batalha.

Sei que a aceito de peito aberto.