Revolução Colaborativa na Gestão da Cidade.

O Plano de Governo denominado de CIDADE COLABORATIVA apresenta à população, a convocação para uma Revolução Colaborativa, como forma de superação dos desafios das crises econômica e política, em que vivemos no Brasil.

A partir da gestão municipal, propõe uma nova postura de análise e organização sociopolítica, sob a abordagem da complexidade que caracteriza a vida atual, potencializando as características e possibilidades da cidade no atendimento das

“necessidades do presente sem afetar a habilidade das gerações futuras de suprirem as próprias necessidades”,
Gro Brundtland, 1987.

Apontando a colaboração como a forma necessária e possível e a cooperação como atitude cidadã aos munícipes e organizações políticas e sociais, apresenta uma proposta de gestão municipal em três dimensões entrelaçadas da organização e funcionalidade de Governo Colaborativo:

ESTRUTURA TRIDIMENSIONAL DA PROPOSTA CIDADE COLABORATIVA

Transversalidade Estratégica de valores e princípios em todas as iniciativas, ações e programas;

Intersetorialidade Tática regional como forma de organização administrativa e de governança local e a

Especialidade Operacional na valorização capital intelectual do ente federativo.

A Revolução Colaborativa deve ser estabelecida a partir da mudança dos paradigmas que caracterizam as relações entre governo e sociedade, intragoverno e entre a própria sociedade, nos quais, todos devem se compreender como gestores/colaboradores, corresponsáveis e cocriadores de uma sociedade horizontalizada e inclusiva, em todos os seus processos de planejamento, gestão e fiscalização, consolidando o controle social como base da administração pública.

Reconhecendo a cidade como organismo vivo, esta proposta apresenta uma estrutura de células básicas de governança, composta por um núcleo governamental e representantes sociais das áreas afins, que integrarão os Conselhos Políticos Cidadãos em todas as áreas de governo, sob o controle social com ampla participação popular.