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Recentemente, em meio ao bombardeio de informações que os algorítimos andam lançando na minha timeline, me deparei com um vídeo simples, didático, quase mobral, mas que reflete exatamente a opinião que carrego sobre educação, quando tratada de forma mais ampla e abstrata. É uma compilação dos seis problemas do sistema educacional em vigência no mundo, que de forma construtiva, coerente e ilustrativa, aponta as principais mazelas do modo de ensino atual e como isso interfere negativamente no adulto de amanhã que a criança de hoje possa vir a se tornar, tanto na vida pessoal, quanto profissional.

Numa breve lista, elenco, com indagações diretas e pontuais a cada tema, os tais seis problemas do sistema educacional:

1- Valores da era industrial: Como o modelo educacional antigo, concebido para basicamente produzir trabalhadores de fábrica em massa, não se adequou à latente noção de individualização humana trazida pelo mundo contemporâneo?

2- Falta de autonomia: Como instigar habilidades criativas na criança se a todo tempo ela é ensinada a meramente seguir ordens? Porque não despertar a noção de autosuficiência para a tomada de decisão desde cedo, ao invés de roteirizar seu aprendizado em sala de aula?

3- Aprendizado inautêntico: de que serve a decoreba, a memorização e a repetição, se a matéria não for devidamente absorvida e compreendida? …


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Felicidade é sentir que a disruptura do modelo formal de educação vem tomando contornos cada vez mais palpáveis! Há alguns dias, através da reportagem anexada a este post, percebi que essa mudança que, até então se limitava a alcançar as escolas — ensino médio e fundamental — agora expande para as universidades!
Para contextualizar esse papo, preciso abrir um pequeno parêntese para, em breves linhas, te falar um pouco sobre o método Waldorf: abordagem pedagógica, baseada nos estudos antroposóficos do filósofo austríaco Rudolf Steiner, que procura integrar, de maneira holística, o desenvolvimento intelectual, físico, espiritual e artístico dos alunos, desenvolvendo indivíduos livres, integrados, socialmente competentes e moralmente responsáveis. …


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Senta aí, fique à vontade! Sirva-se desse queijo artesanal da Cangalha que ganhei de presente, enquanto o pão de queijo sai do forno para acompanhar mais um café juntos.

Enquanto nos deliciamos com essas iguarias, quero te contar uma experiência fantástica que vivi no ano passado. Arrisco dizer: talvez umas das principais sementes que germinou EUgênia enquanto articulista e, antes disto, como entusiasta de um mundo de empoderamento através da Educação.

Tudo começou com meu contato com a base — sociedade colaborativa, uma organização não governamental, sem fins lucrativos, que tem como objetivo potencializar pessoas e ideias que querem melhorar o mundo. Com sede na cidade de São Paulo (SP), a Base se destaca por ser um espaço livre, dentro do qual fazer o bem e ajudar o próximo são as únicas características exigidas para adentrar naquela porta no Bairro Jardins. Além dos papos profundos e eventos interessantíssimos promovidos durante a semana, todas as segundas-feiras são reservadas para reuniões dos projetos da Base, organizados de forma livre, colaborativa, acolhedora e holocrática. Tais projetos, criados a partir da seleção de promissoras ideias, têm por objetivo encontrar os melhores caminhos para engajar pessoas, despertar a consciência coletiva e influenciar de forma positiva o desenvolvimento do país, e — porque não — do mundo. …

About

EUgênia

Entusiasta do altruísmo social e da liberdade criativa, acredito que o segredo da autoconsciência e da responsabilidade social do indivíduo esteja na EDUCAÇÃO.

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