Somos bombardeados por julgamentos superficiais. As pessoas tem uma necessidade absurda de padronizar, estereotipar, agrupar tudo e todos. Porém, geralmente, fazem isso denegrindo o outro. Fazem de forma pejorativa. Afinal, é bom falar mal dos outros, não?

É incoerente julgar o outro e ditar o que o mesmo deve fazer e como deve fazer. Não se tem esse direito ainda mais quando se diz respeito a vida do outro. Penso que seria de grande importância se houvesse uma forma ou um objeto que refletisse nossos pensamentos para nós mesmo. E então? Nos julgaríamos como julgamos o outro? Com os mesmo critérios?

Cada um possui suas mágoas, seus medos, angústias. Cada um reage de uma maneira diferente as circunstâncias. É muito pessoal e singular. Envolve muito além do que se acha que vê.

Talvez aquele que te chama de louco tem inveja da sua coragem e da sua forma de encarar a vida. Talvez tenha vontade de ter a sua loucura. Uma coisa é fato: aprender a filtrar os absurdos que se ouve. Filtrar os absurdos que se pensa e que muitas vezes se diz. Isso nos ajuda a ser , de alguma forma, pessoas mais sensatas, humanas.

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