Objetivos do Curso
Contabilidade para não Contadores

• Facilitar o entendimento dos colaboradores, que utilizam informações financeiras nas suas atividades rotineiras, e que por desconhecerem princípios básicos da ciência contábil, tem dificuldades no entendimento de determinadas questões.

• Evidenciar a diferença entre a contabilidade financeira e a contabilidade gerencial, mostrando o uso de cada informação de maneira correta e com finalidades diferentes.

• Visualizar a Integração de todas as áreas e processos da empresa com o resultado, e com os seus principais Stakeholders, enxergando a movimentação do dinheiro no mundo coorporativo.

• Entender a diferença entre a contabilidade praticada pelos escritórios contábeis para atendimento de legislação, e…


Ficar reclamando que empreender no Brasil é muito burocrático não vai fazer o seu negócio chegar em lugar algum.

O Brasil é complicado mesmo, mas neste jogo existem regras (e muitas exceções), que podem ser aprendidas e usadas a seu favor.

Neste curso, a gente vai ver na prática o que você precisa fazer para ficar em dia com todas as obrigações da sua empresa.

Além disso, a gente vai falar sobre mais de 30 formas que o seu negócio tem para pagar menos impostos de forma perfeitamente legal.

​​​Ementa

​Módulo 1: Conceitos Básicos

  • Beabá da Contabilidade
  • Relação entre Empresário…

Considerando que o MEI poderá realizar o recolhimento do diferencial de alíquotas ou da substituição tributária fora do SIMEI, fica dispensado da entrega da Declaração de Substituição Tributária, Diferencial de Alíquotas e Antecipação (DeSTDA), conforme Cláusula terceira, inciso I do Ajuste SINIEF n°12/2015. Também poderá ser complementada por legislação específica de cada unidade da federação.


Substituição tributária

Conforme dispõe o artigo 103, inciso V, da Resolução CGSN n° 140/2018, ao MEI não se aplicam as atribuições da qualidade de substituto tributário. Caso adquira mercadoria sujeita à substituição tributária sem a devida retenção, o MEI deverá recolher o imposto relativo à substituição tributária, ele será responsável solidário pelo recolhimento do imposto devido.

Diferencial de alíquotas

Caso o MEI adquira de outro Estado mercadoria destinada a seu uso e consumo ou a integrar seu ativo fixo, deve efetuar o pagamento do diferencial de alíquota do ICMS (valor relativo à diferença entre a alíquota interna e interestadual).

O MEI na condição de remetente da mercadoria, na operação interestadual destinada ao não contribuinte do ICMS, fica suspenso o recolhimento do diferencial de alíquotas partilhado da Emenda Constitucional n° 87/2015, conforme Medida Cautelar na Ação Direta de Inconstitucionalidade 5.464 e Despacho CONFAZ n° 35/2016.


Para obter o FATOR R a empresa precisará de dois dados: RBT12 e FS12.

Receita bruta acumulada da empresa nos 12 meses anteriores ao PA

No cálculo do FATOR R, a RBT12 inclui as receitas auferidas (regime de competência) no mercado interno e externo nos 12 meses anteriores ao PA de cálculo.

Considera-se receita bruta o produto da venda de bens e serviços nas operações de conta própria, o preço dos serviços prestados e o resultado nas operações em conta alheia, excluídas as vendas canceladas e os descontos incondicionais concedidos. Lei Complementar n° 123/2006, art. 3°, § 1°

Folha de…


Primeiro vamos familiarizar-se com as seguintes siglas:

Conforme o artigo 26 da Resolução CGSN n° 94/2011, o FATOR R é determinado pela fórmula abaixo:

FATOR R = FS12 / RBT12r

O FATOR R é utilizado para determinar o enquadramento nos Anexos III ou V, conforme regra estabelecida no artigo 18, §§ 5°-J e 5°-M da Lei Complementar n° 123/2006.

Se o FATOR R for maior ou igual a 0,28 (28%), o enquadramento será no Anexo III; se o FATOR R for menor que 0,28 o enquadramento será no Anexo V.

Início de atividade

Considera-se empresa em início de atividade aquela…


Aqui uma rápida introdução ao novo fator R do Simples Nacional: Com a publicação da Lei Complementar n° 155/2016 e regulamentação dada pela Resolução CGSN n° 135/2017, o FATOR R possui nova funcionalidade no Simples Nacional, a qual consiste em definir o anexo de tributação baseando-se na mão de obra empregada na atividade da empresa. A partir de 2018, a determinação do FATOR R tem como objetivo estabelecer o anexo de tributação das empresas prestadoras de serviços no Simples Nacional, que poderá ser tributada no anexo III ou V. Veja também os artigos seguintes aqui no nosso site sobre fator R.


Modelo de contrato da Resolução CFC n° 987/2003. O Modelo básico de contrato consta no Anexo I da referida resolução. Copie o conteúdo, cole no seu Microsoft Word e faça as alterações necessárias inserindo os seus dados e os dados do seu cliente, bem como as outras condições. Não deixe de verificar todas as cláusulas e se desejar adicione ou remova a que desejar.

CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS PROFISSIONAIS

Pelo presente instrumento particular de Contrato de Prestação de Serviços Contábeis, de um lado …………………………………………………. com sede na, …………………………………………………, inscrita no CNPJ (MF) sob n° ……………………………….., doravante denominada CONTRATANTE, neste…

Contabilidade

Informações práticas!

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