Oi Leal​, muito obrigado pelas informações.
Rodrigo Bino
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Bino, agradeço suas colocações e respeito para com a minha participação. Ainda cabem algumas considerações sobre alguns pontos.

De fato, o público leigo desconhece o que é ser Evangélico e qual é a Santa doutrina e mais: quem pode e quem não pode ser chamado de Evangélico? (não estamos entrando no mérito coração, pois a pessoa pode se dizer evangélica e não ter tido encontro com Deus) mas superficialmente, de grupos, quais podem ser chamados ou não de Evangélicos? Esse seria o ponto ideal e vejo que a sociedade desconhece esse conceito e acaba indo por uma visão da mídia quanto às “igrejas” televisivas que nada tem a ver nem com a Santa doutrina e nem mesmo poderiam ser chamados de “igreja”

Então é assim: ter “traços” de evangelho não faz de uma denominação uma igreja evangélica, por exemplo: Universal e outras similares. Eles tem o traço do evangelho mas não estão debaixo da graça. Pelo poder midiático eles conseguem serem vistos pela sociedade e a sociedade os associam aos “Evangélicos”. Para a população, eles são “a cara dos evangélicos” quando é totalmente do contrário.

Então, ter “traços de evangelho” não os fazem ser Igreja Evangélica.

Já a CCB, por exemplo, tem o Santo Evangelho pleno — já está dentro do reino por ter o Evangelho pleno — mas peca em doutrinas humanas, mas que não os desclassificam como Igreja de Jesus. Se assiste TV ou não, isso é tudo balela e não leva ninguém ao céu e nem ao inferno, então classifico como “frescura” mas, são igreja originalmente evangélica.

Sobre os “fins didáticos para os leigos” eu creio que, não devemos nos adaptar para eles entenderem alguma coisa. Devemos levar o que temos e eles que devem se adaptar para entender. Eu não sou católico, nunca fui e nunca serei mas eu conheço (não creio) mas conheço as doutrinas que eles seguem, ou seja: eu preciso conhecer o oficial de uma crença para poder ter uma visão/opinião a respeito e assim creio que a sociedade e seus leitores devem ter em relação a Igreja Evangélica e que eles possam saber separar uma Igreja que ensina o Evangelho e aquelas que contém “traços” de evangelho mas como não apregoam a graça completa não podem ser consideradas como Igreja de Jesus.

E com relação ao “saber o que é ser uma igreja evangélica” na verdade isso não depende das doutrinas ali professadas, isso são costumes daquela comunidade, mas devemos nos atentar ao fundamento. Pelo fundamento é que podemos classificar: é igreja evangélica ou, não é igreja evangélica. Eu, enquanto Crente sei realizar essa classificação mas, a sociedade sabe? não! por isso devemos manter os nossos nomes e crenças originais desde a era apostólica e lutar para que o maior número de pessoas possam conhecer a fé evangélica e grupos realmente evangélicos conforme as escrituras e, se alguém aí fora está escandalizando e trazendo doutrinas estranhas se passando por evangélicos, isso é lá com eles e deve ser separado pela pessoa.

Uma pessoa que se diz “padre” abusa de uma criança, eu posso classificar toda uma comunidade de católicos por isso? não ao certo. Se um que se diga “pastor” rouba — como temos visto Macedos, Malafaias entre outros…Isso representa a Igreja Evangélica? não!

Estar dentro da verdadeira fé Evangélica é estar, exatamente, dentro do ensino do estudo do link a seguir: https://www.cristaos.com/home/pages/quem_e_jesus.htm

Esse texto eu criei no meu site -cristaos.com- pois pasme! conheci “evangélicos” que não sabiam que Jesus é Deus eterno e um único ser para com o Pai. Veja, a falta de conhecimento sobre as “boas notícias” (boas notícias = evangelho) vem até mesmo de muitos que estão há décadas dentro da igreja!

Agradeço novamente o espaço democrático e respeitoso.