Celso, pode ser que um dia me dê ao trabalho de fazer um estudo destes.
José António Marques
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Olá José, novamente obrigado pelo comentário. Este não é um texto académico, nem sequer o meu ganha-pão, pelo que o rigor exigido, para mim claro, não faz sentido. No geral, e de acordo com a revisão de cerca de uma dúzia de pessoas, entre as quais alguns economistas, a aproximação está correcta e muito próximo da realidade. Lamento obviamente que as contas não estejam rigorosas ao Euro, mas estão num ballpark aceitável para um conteúdo casual que pretende principalmente causar debate.

O objectivo inicial foi demonstrar que o esforço fiscal é largamente superior ao esforço fiscal do exemplo de Estado Social, a Suécia. Com esta informação, cada um faz o que entender. Acho que atingi esse objectivo.

Posto isto, o que tem sido mais frustrante nestes dias é a incrível falta de vontade das pessoas em investigar por elas próprias. Se o José não acredita nos meus números ou fontes, faria um serviço público fantástico em compilar os seus números e fontes, e partilhar isso com os restantes. Obviamente que entendo que dá trabalho, mas alguém tem de o fazer caso contrário nada acontece. O meu contributo está dado, adorava ver alguém levantar a fasquia. E depois alguém levantar ainda mais a fasquia. E por aí adiante até, talvez, chegar a um ponto em que seria inevitável o debate público. Sonhos…

De qualquer das formas, se um número suficiente de pessoas fizesse isto, e fossem exigentes com os governantes, talvez o país não estivesse sempre em risco de banca rota? Este é para mim o problema base, não os números.

Bom fim de semana.

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