Eu não deveria deixar que a insegurança falasse por mim, neste corpo ela habita e domina. Eu disse que seria diferente em 2016, 6 anos, e nada mudou. Eu ainda sofro com os medos, receios, e forço uma barra que já não tem mais tamanho. ‘To vivendo aos poucos, achando que vivo muito, enquanto ela me engole. Não durmo mais, apenas fecho os olhos. Eu vejo pessoas indo e vindo na minha caminhada, nenhuma permanece. Será que estou fadada a esse patrimônio abusivo? A insegurança e eu. Infeliz para sempre.