A caminho dos templos de Ħagar Qim, perguntei à amiga se sabia por que a massa dos pães malteses era tão leve. Não tenho a menor ideia – disse. Então, estica o braço, põe a mão no ombro do motorista e cospe aquela língua difícil, mistura de italiano e berbere. Foi quase um cavalo de pau a manobra que mudou a rota. Era hora da fornada e não queria…
Nunca fui sociável, mas ninguém acredita.
Agradeço ao Facebook, barco de arrasto, que me embolou com tanta gente e me salva, diariamente, do imenso esforço de “estar”.
Nestas janelas, interajo sem corpo, quando quero.
Tinha lá uns 7 anos, quicava em direção à fazenda num carro de banco emendado e amortecedor inexistente (quem sabe, sabe…). Passada a igrejinha, quase na chegada, vinha uma bifurcação e a placa: Queima-Sangue.
Por sorte, pensava, meu caminho era o da esquerda, mas a cena “igreja-sangue” sempre me fazia torcer o pescoço até…
Coisas sem coisas não são coisas. São outras coisas.
Uma guerra começou entre a Beyond Meats e a Impossible Foods.
Adoro os nomes, mas hein?
Sim.
Queria uma coca-cola zero. Fazia tanto não pedia, que ainda achava que era “light”. Passa o menino novo. Por favor, me vê uma coca? Depois de um breve silêncio confuso, franze a testa e chama o garçom antigo que vem com jeito de me-desculpe-o-menino-novo. Cristiana, coca mesmo? Não quer um vinho? Não, obrigada…