MONARQUIA: O CAMINHO OBVIO

Quanto mais instável e corrupto é um país, melhor é a opção da monarquia. A monarquia traz estabilidade através do cargo vitalício do monarca, pois como as posses deste se confundem com as posses do próprio país, não existe motivação para o roubo e descaso para com a coisa pública. Um país em decadência reflete diretamente na imagem da família real, por isto mesmo ela é a primeira guardiã dos valores nacionais. Além disso, o trono será passado para os descendentes, o que obrigará o monarca, naturalmente, a se preocupar com o futuro de toda a nação.

Em caso de crise política, como tantas que já afundaram este país, mesmo sendo o primeiro ministro o Chefe de Governo, o monarca tem poder de dissolver o parlamento e convocar novas eleições. Isto corrobora tremendamente para que o país não entre em crise econômica profunda e duradoura. Todos ganham neste contexto, principalmente os mais pobres.

Divisão de poder sempre foi condição sine qua non para a liberdade. Consequentemente, acrescentar o poder moderador (monárquico) em contraposição aos poderes executivo, legislativo e judiciário só traria benefícios para o Brasil. Ainda mais sabendo do funesto histórico de subjugação da independência entre os poderes da república por intermédio da corrupção oriunda de interesses políticos (perpetuação no poder objetivando o enriquecimento às custas do povo). Como li certa vez em algum lugar: “O monarca pensa nas próximas gerações, o presidente pensa nas próximas eleições”.

A Monarquia funcionava. Na época do Império o Brasil era bem visto no cenário internacional e crescia de maneira sólida. Depois que veio a república, deixamos de ser o país do hoje para virar o país do futuro. Só que já deu para perceber que este futuro nunca irá chegar. A restauração da monarquia, portanto, é mais do que uma questão de justiça história, é o caminho óbvio para salvar o Brasil.