O EVANGELHO SEGUNDO JESUS, RAINHA DO CÉU: LOBBY GAY DESRESPEITA O CRISTIANISMO.

Um espetáculo de desrespeito para com os cristãos está sendo encenado pelos teatros brasileiros: O Evangelho Segundo Jesus, Rainha do Céu. Nele um travesti travestido faz o papel de um Jesus traveco, enaltece o homossexualismo, a prostituição e as minorias, enquanto utiliza passagens da bíblia para pedir mais tolerância e afeto. A trilha sonora da peça é o som mais hedonista do Brasil: funk.

Um bom cristão, ao saber de uma afronta tão severa contra Deus, poderia clamar, conforme o exemplo do divino Mestre, “Pai, perdoa-lhes, porque não sabem o que fazem” (Lucas 23:34). Mas a segunda parte do pedido seria uma grande mentira, porque eles sabem muito bem o que fazem. E é por saber o que fazem que grupos LGBT já tentaram suprimir, via legislativo, textos da Bíblia Sagrada que são absolutamente contrários ao homossexualismo. Por mais que a peça diga clamar por tolerância e afeto, a mensagem provocativa é totalmente explícita, odiosa e intolerante. É a intolerância máxima contra os cristãos e a figura que lhes é mais estimada: O próprio Cristo.

Como a personalidade divinal de Cristo é magnífica e benevolente demais para ser destruída diretamente, os seus detratores, para diminuí-la, chamam Jesus de grande profeta, grande líder, grande filósofo, ou grande qualquer coisa que seja, necessariamente, menor do que Ele É. Assim também o fazem os idealizadores da peça teatral. A mensagem de amor e, principalmente, o exemplo de vida de NSJC são integralmente dissociados do seu propósito. Eles lembram que Jesus andou no meio dos pecadores e dos excluídos (para utilizar um termo da escória lobbysta), mas ignoram de maneira claramente consciente que Ele o fez para salvar almas através do arrependimento dos pecados. A peça pode lembrar que Jesus disse: “quem nunca pecou que atire a primeira pedra” (João 8:7), mas com certeza ignora sistematicamente que, após salvar a vida da adúltera, O Mestre falou, “vai e não peques mais” (João 8:11). É com tal conduta deplorável que os idealizadores da peça jogam as pedras na cara dos cristãos ao mesmo tempo que dizem adotar uma conduta de “conscientização”.

A única consciência possível de ser subtraída de tal show de horrores que transmuta a imagem de um verdadeiro homem que esteve entre os pecadores para salvá-los e não por ser, Ele próprio, um pecador, é a de total escárnio e ódio contra o cristianismo. Ódio porque é isso tudo o que essas pessoas comprometidas ideologicamente até os ossos sabem sentir. Elas conversam sobre e sentem ódio o tempo todo, por isso projetam nos outros a própria visão rancorosa e medonha que têm do mundo. Elas escolheram não ver que todos os pecadores são recebidos de braços abertos pela Igreja e chamados ao arrependimento, assim como toda pessoa que adota prática sexual pecaminosa é fraternalmente convidada para viver o cristianismo adotando a castidade.

Amar o próximo de maneira verdadeira não é concordar com tudo que ele faz, principalmente com as coisas erradas. Uma das mais claras demonstrações de amor é justamente a discordância. É como o pai que, vendo o filho ir pelo mal caminho, prefere confrontá-lo e vê-lo se insurgir, do que contemplar quem ama desperdiçando a vida em meio a um mar de alegrias efêmeras e artificiosas que só conduzem a infelicidade e a morte. Neste mesmo sentido, todo o cristão que vê uma merda nojenta e fedida como essa peça teatral imunda deve se levantar contra ela. Deve dizer que esse tipo de desrespeito, por mais que afirmem o contrário, é infame, claramente provocativo e logicamente incompatível para com a harmônica e salutar convivência entre pessoas diferentes dentro de uma mesma sociedade.

Por fim, vale a pena lembrar: devemos amar o próximo e isso vale também para os pecadores, mas odiar o pecado.