Janela

Olho pela janela.

Sem luz nos postes, sem lua alguma
a rua inteira no silêncio.
Não há vento ou transeunte
nenhuma distração
não chove.

Olho para a janela.
E dentro dela, eu
vejo a morte.


(publicado na Revista Subversa em maio de 2014. versão revisada)

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