Eu curto por trás

Talvez essa história não soe bem para alguns, mas ela se resume assim.

Na última quinta-feira por volta das 15:00, apareceu de surpresa aqui em casa meu cunhado procurando pela minha irmã, achei estranho ele aparecer na sua ausência, mas gentilmente pedi que aguardasse na sala assistindo um filme até o seu retorno, o que provavelmente ela não demoraria.

Eu estava com uma pilha de roupas na máquina para lavar e não poderia ser o centro de atenções para ele. Estava com um vestido curto colorido bastante molhado e de sandálias rasteririnha e cabelo amarrado, totalmente desarrumada.

Meu cunhado não quis ficar na sala esperando e foi puxar conversa comigo, estava rolando um papo legal, entre conversas e lavagem de roupa fomos entrando no assunto sobre relacionamentos.

“Ao fluir da conversa ele confessou que sentia o maior desejo em mim mas não para namorar e sim para ficar (ou seja só trepar mesmo)”.

Fiquei meio assustada com a conversa, principalmente por não ter ninguém perto, mas ao mesmo tempo curiosa para saber o final desse seu desejo. Ele foi pelo mesmo caminho que todo homem trilha quando sai para a caça ou seja, elogios e mais elogios.

Nesse momento a conversa pulou para uma conotação sexual extrema, fiquei assustada e não querendo mais ver o fim, e sim querendo que acabasse logo pois visivelmente estava vendo a diferença entre suas pernas.

Força física

De volta ao trabalho fui retirar as roupas da máquina, fui surpreendida por um ato covarde do seus braços extremamente fortes que me envolveram em um golpe letal de imobilização, pela suposta força aquilo nunca seria uma brincadeira.

Fui ficando nervosa e tentando sair daquele golpe percebi que era inútil, e ele sussurrava no meu ouvido dizendo que agora eu seria sua. Ao declarar o estupro formalmente minha mente passava mil coisas ao mesmo tempo, tentava alcançar algum objeto ou ajuda para sair da situação mas não tinha nada ou alguém por perto, e de tanto me debater fui perdendo as forças e a esperança e ficando dócil como uma presa que aceita seu final. Nas últimas tentativas de me livrar eu citei inutilmente que minha irmã estava chegando e que acabaria com a sua loucura. Ele riu e me disse que já tinha planejando tudo, ele já tinha deixado-a ocupada a tarde inteira.

“Imobilizada ele me segurava de maneira que minha bunda ficava na altura de seu pênis”.

Até poucos minutos atrás eu só só tinha visto o volume mas não o sentido. Quando ele tirou seu pau para fora então minha aflição dobrou ao ver o tamanho daquilo, era enorme e grosso como um rolo para massa para pizza.

Então fui forçada a ajoelhar (coisa que nunca fiz na vida para homem nenhum) na frente do seu enorme pau. Eu falei que não faria aquilo nem que ele me matasse, mas ele foi ameaçando-me e relatando o que faria com minha irmã, nessa hora tremi e pensando nela cedi ao seus sórdidos desejos.

“Ao colocar seu pau ereto rente a minha boca, ele exigiu que não o mordesse e nem arranhasse com os dentes, agora o furor da minha ira chegou ao auge por completo”.

O oral

Então ele sem piedade introduziu tudo aquilo na minha boca de maneira brutal que me engasgava e eu não conseguia respirar eu só tentava tirar mas ele pressionava minha cabeça contra aquela tora, literalmente eu fazia uma “garganta profunda”. Sem ar e a ponto de desmaiar ele tirava da minha pequena boca, e quando eu pensava que iria ficar sem aquilo ele colocava novamente, meu choro se misturou com cheiro de sexo e agonia. Ele segurava minha cabeça contra seu pau até eu ter ânsias de vômitos depois soltava.

Eu olhava no seus olhos com o rosto de piedade para alcançar misericórdia, mas ele continuava com seu coração impenetrável.

Naquele ritmo eu já babava igual uma criança, lubrificando o pau por completo. Eu já estava mansa quando senti um líquido quente tomar minha garganta, comecei a gorfar metade daquele líquido, outra metade tive que engolir sob ameaça.

A língua letal

No fundo imaginei que aquela terrível escravidão sexual tinha acabado, mas para meu espanto o seu pau permanecia ereto sem ao menos dar sinal de cansaço, tornei-me ao desespero de alma.

Fui levada para a minha cama sob uma chave de pescoço, falei que não precisava daquilo que não reagiria, mas ele sabendo como sou na primeira oportunidade faria algo.

Ao me colocar na cama fui amarrada pelas mãos na cama e depois os pés por um barbante que ele tirou do bolso da bermuda. Como estava fraca não tentei fugir, então ele abriu as minhas pernas e começou a lamber meu clitóres com uma destreza que comecei a converter aquela dor em prazer, ele lambia cada parte da minha intimidade, sua língua era suave e prazeirosa ao mesmo tempo ele usava o dedo para me levar a loucura.

“Queria gritar não pela liberdade mas pelo prazer que estava tendo”.

Ele descia e subia a sua língua dentro da minha vagina como se a conhecesse todos os cantos, quase me rasgava ao meio de prazer eu queria aquela rola na minha boca e dentro de mim, já tinha perdido a noção de tudo menos do prazer. Queria chupar aquele pau grosso por gratidão ao que ele me proporcionava.

Ao chegar com sua língua no meu ânus eu me rendi por completa, a sua língua era invasiva e espetacular, ele lambia todos os cantos, eu ia a loucura com isso.

O dominador da situação ao perceber que eu já não lutava contra aquela língua fui sendo desamarrada. Nesse ponto eu já era uma puta declarada, quando aqueles barbantes me deram a liberdade ele se assustou com meu gesto, sentei naquela pica enorme e cavalguei igual uma prostituta sem controle, ele amou e começou a responder.

“Após algum tempo se divertindo e deliciando-me naquele vai e vem o dominador me colocou de quatro e foi me preparando para mais um de seus atos deliciosos”

Por trás

Ao sonhar em ser penetrada na xoxota, ele nem passou perto e colocou tudo no meu ânus inexplorado, até no limite das bolas, senti a sensação de desmaio me dominar, não conseguia falar ou reagir, perdi as forças e o sentido por completo e apaguei, não sei por quanto tempo. Acordei zonza e com os pensamentos turbados, acordada pelas bombadas no ânus, nem desfalecida ele parou ou se importou, doía demais sentia que estava sendo dilacerada pelo ânus. Não estava entendendo nada queria sair dali nem sabia como estava ali.

Ao olhar pelo espelho do quarto, comecei a recordar tudo, aquela visão era como um cavalo possuindo uma égua, era covardia aquilo tudo no meu ânus de uma só vez.

Ele começou a socar com força e a me bolinar com os dedos, comecei a retomar meu pensamento e a sentir prazer, em questão de segundos gozei muito naquela vara deliciosa.

Já sem forças ele tirou seu pau para fora e jorrou pela segunda vez no meu rosto, e ordenou que eu bebesse e limpasse. Ainda na sua ousadia ele me prometeu que comigo só seria assim. Estava assada e fraca precisava descansar, estava totalmente ardida.

Ele terminou e acabou não me fodendo na xoxota. Depois daquele dia em diante passei a ser à sua vagabunda 24 horas, sempre que ele quer estou a sua disposição como uma cadela.

Minha irmã nunca desconfiou, eu sei o que faço não é certo mas eu vivo o meu momento.

Continuo com ele até hoje e ele nunca comeu minha xoxota, mas tudo bem, ganho alegria e prazer no anal do mesmo jeito.

Também tenho um namorado e quando me pede para fazer anal eu falo que odeio isso, que jamais faria, então ele desiste. Mas por ordem do meu cunhado eu sou proibida de fazer anal com outro homem.

Meu cunhado gosta de me comer em qualquer lugar, quantas pessoas já viram meu cuzinho sendo arrombado por ele.

No início não aceitei. mas agora nem me importo.

Beijos.

Deixe seu julgamento para você mesmo, seu julgamento não mudará ou afetará a forma que penso.

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