Verbo

Ilustra: Petites Luxures

“Você promete gozar muito na minha boca?”

Ah, sim, os caras acham que se a gente não goza na chupada deles o problema é só com a gente. Claro, até acho que algumas mulheres gozam com mais facilidade do que outras. Mas, vamos combinar que falta qualidade no mercado de chupadas masculinas.

Os moços estão deixando muito a desejar no quesito. Isso sem falar naqueles que pra chupar fazem comentários ou “exigências” ridículas sobre depilação e buceta “limpinha”. Decerto acham que buceta limpa é asceptica, sem cheiro, sem sabor, sem umidade. Mané se esquece que buceta tem cheiro, gosto, textura, ora bolas!

Por isso gosto da sua. Chupada, digo. Você disse mesmo que curtia. Na hora até pensei “anham”. Todos dizem que adoram, mas na hora H… alguns sentem até nojinho. Mas, você, não.

Nosso combinado foi meio esse. A gente iria se encontrar pra que eu gozasse na sua e você na minha. Boca. Cheguei lá no seu cafofo, até que arrumadinho, quartinho de estudante. Um calor da porra, mas o colchão no chão ajudou a refrescar. E o ventilador na nossa cara.

Aliás, foi o calor a minha deixa. Ficamos bem mais de 1 hora conversando. Conversa boa, seu papo interessante. Acho que o meu também. Você de fala mansa, tom de voz tranquilo. Todo você é tranquilo.

Mas, estava quente demais. Inclusive por causa do vinho. Tirei minha blusinha. Uma croped por cima de um top. Fiquei de top. Você terminou de tirar.

Beijo gostoso. Rapidamente fiquei nua. Na hora até pensei, “que alívio tirar a roupa!” Você também ficou pelado e se jogou sobre mim. Eu já estava molhada e o oral nem tinha começado. Fiquei com tesão só da lambida no peito. E da leveza do vinho.

Comecei a rebolar embaixo de você. Lentamente, no começo. Me esfregava em sua pélvis. Nossa, tem outra palavra pra essa parte do corpo? Achei “pélvis” assim, meio pernóstico. Mas, o certo é que eu rebolei. Ia me esfregando em você, molhada, e você me beijando, lambendo meu pescoço.

Aí, você colocou a camisinha.

Eu ri. “O que houve com a chupada?”, pensei na hora. Mas, como eu queria… você socou. Devagar, na cadência do meu rebolado. Até que aumentou um pouco e diminuiu. E aquilo estava gostoso pra caralho!

Foi aí que você parou.

Tirou o pau e foi descendo a boca até a minha buceta. Me abriu mais ainda as pernas. E me lambeu de língua inteira. Do começo ao fim, resvalando pelo cu. Lambeu o clitoris. Rá! Você sabe onde fica!

Alternou a língua e a ponta da língua.

Que delícia, caralho! Eu sabia que ia gozar. Sabia. Apenas relaxei e esperei o orgasmo chegar. E sentia o formigamento e meus lábios se inchando. Ia me esfregando de leve ao encontro da sua boca. Você me segurou pelas coxas, assumindo o comando.

E continuou lambendo. Sem cansar.

Não tinha dedos, mãos, nada. Apenas a língua molhada, macia, completa. Na hora pensei que você lambe por completo. Adoro oral assim, com a língua aberta, na horizontal, tipo uma arraia. Isso. Às vezes você apressava o passo pela buceta. Às vezes você ia mais devagar.

Você também sabia que eu ia gozar. E continuou. Sem parar. Sem cansar. Gozei daquele jeito de quase destroncar seu pescoço. Me revirei inteira naquele colchão e continuei tendo pequenos espasmos depois.

“Quer água?”

Ri.

E fui descendo minha língua até a sua… vá lá. Pélvis.

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