A estranha histórica de um ladrão de automóveis
A histórica amizade entre Chico Buarque e Lula não foi por acaso, mas pelo encontro de mentes estruturadas com os mesmos objetivos - porém bastante originais em implementá-los.

O talento do Filho de Sérgio forjou sua personalidade com dignidade através dos aplausos daqueles que o enxergavam sociólogo, político militante, além de um sensível poeta - íntimo também da essência feminina.

Já o retirante do chão rachado, sem a mesmas “Raízes” do amigo, e que nem pai conheceu, com os lábios cortados pela água sugada dos mandacarus cresceu desconhecendo a ética e logo-logo passou a ser referendado como um legítimo descendente de Macunaíma [Trabalhar pra que ?], virtude que possibilitou ao trapaceiro vigarista, desde os anos de 1970, ser sustentado pelos amigos empresários [Roberto Teixeira], além de prestigiado por artistas de TV [José de Abreu, o “pai” da Regra do Jogo], intelectuais [FHC e José Serra] e da MPB [Chico Buarque].

Embora mau caráter, o cara sem mesmo ter conseguido ao menos o diploma de primário, é muito perceptivo. Sendo um grande conhecedor da mente humana, conquistou muitas personalidades, como a do talentoso Chico.
Durante a jornada do [nosso] “Herói Nacional” a maioria dos brasileiros dele tem tirado inspiração, entre eles o Filho do Sérgio - que, difícil imaginar, mas o velho Chico, quando ainda jovem, tenha sido um ladrão de automóveis …