Nihil

Visto que nos contrastes
Descansam as razões
E nas faces límpidas
As trevas da alma

Pois no agir
Sem mover
E nas vontades
O vazio querer

Já que o viver
Se completa no morrer
E a morte invariante
É a vida constante

Só, e cercado
Triste, e sorrindo
Imóvel, e fazendo
Morto, e vivendo