Poxa velho, discordo um pouco de alguns dos pontos que você falou.
Acho sim que existem muitas marcas que tem essa vibe “tiozão” na internet, mas acho que a marca tem que ter a versatilidade para sobreviver nesses meios. Claro que as agências tem que ter responsabilidade, não abusar dessas modinhas só pro caça cliques.

Eu sempre acho que se for pra forçar demais a barra, nem tenha páginas nas redes. Mas se for pra criar um conteúdo que dialogue exclusivamente para o público final, pode passar batido pelos usuários. Se pensar que o público da Hellman’s ou da Knorr é uma galera que basicamente não usa o Twitter, tem que dar uma direcionada na rede pra agregar alguma coisa pra quem realmente está usando. Pensando no lance de influência e relacionamentos, você cria um pouquinho de valor pro filho da mulher que vai no supermercado comprar maionese. Acho que esses pequenos gestos criam relevância e dão personalidade pras marcas, ainda que as agências abusem um pouco (ok, talvez muito) disso.

Enfim, eu pessoalmente pretendo fazer ainda muitos memes ;P.