Não Planejei, Mas Fui! #Dia3.1 + #Dia4 #Olinda

No episódio anterior:

Fui até o aeroporto tentar trocar a minha passagem para um dia posterior. A seguir temos os desdobramentos do fato. Rs

#Dia3.1

A tentativa de troca de passagem não rolou.

Pagar 200 reais de taxa, pra ficar mais um dia não rola.

Alagoas/Maragogi, vai ficar para próxima. 😕


Sai para comer uma moqueca no Entre Amigos, pertinho do hotel.

Lugar chiquezinho, mas não é caro para o que oferece.

Paguei metade do que gastei no dia anterior, no almoço em Carneiros.


Rolou uma música ao vivo bem legal.


O garçom (Dedé) é sensacionalmente atencioso, deu um jeito de fazer um prato individual.

Esse é um problema que enfrento sempre que viajo sozinho. TUDO é pra casal, tudo é “porção para dois”!

Eu não como (ou não deveria) por dois. 😒


Depois ainda veio me avisar que o restaurante tem uma van que leva os clientes pro hotel 😳

Aliás, se um dia forem ao Entre Amigos, peçam pra ser atendidos por ele, o cara é fera!


A moqueca estava deliciosa, só que sabe quando a comida é muito boa, mas enjoa de tanto que você comeu?

Ainda tinha mais nas panelas.

Pois é, me entupiram de moqueca e no final não queria nem sentir o cheiro de peixe por perto. Rs


Chamaram o carro para me levar de volta para o hotel (Era mesmo verdade 😳).

No caminho o motorista fez questão de comentar que o serviço normalmente é feito para “duas pessoas ou mais”. E novamente sair sozinho é um pecado.


#Dia4

Decidi que hoje acordaria a hora que tivesse que acordar (Isso foi 7h30 😒) e o passeio seria “freestyle”.

Vou pegar um ônibus e partiu Olinda com a mochila nas costas.


Esqueci da regra de não usar o google maps.

Ainda bem, porque iria perder 3h pra ir e voltar de Olinda de ônibus.

Bora pegar o Uber de novo.

Aliás, se locomover por aqui de Uber sai barato e economiza tempo. #UberMePatrocina


Fizemos o caminho pela orla e me arrependi de não ter acordado e ido até a praia de Boa Viagem.

Ela é uma dia de semana (nublado) e outra em um final de semana com sol.

As cores mudam totalmente, é um lugar vivo o mar fica esverdeado.

Se der tempo tiro uma foto ainda hoje ou amanhã de manhã.


Chegamos em Olinda.

Vista linda, faz jus ao nome!


Feira de Artesanato, alguns guias oferece do serviço e repentistas. Estes últimos se comportam como antigos trovadores. Ficam tocando as suas violas e fazendo rimas com as características das pessoas que por ali passam.

Conversei bastante com dois deles e ganhei as minhas rimas. 👏


Voltando ao guias, eles demonstram bastante conhecimento sobre o local (e deveriam mesmo), só que você pode perfeitamente andar pelas ruas e fazer o seu próprio roteiro como eu fiz.

Todos os pontos principais tem placas com a história do local.


Também tem um mirante, em cima de uma caixa d’água. Cobram R$ 8,00 para você ficar 15 minutos lá em cima e tirar fotos.

Me recusei.


O sol castiga nas ladeiras viu, recomendo uma parada pra refrescar tomando um chopp artesanal.

O Clube do Chopp, do lado da Casa dos Bonecos Gigantes de Olinda é muito bom.

Por falar nisso, essa região tem cervejas e chopp que valem a experimentação.


Casa dos Bonecos Mirins de Olinda.

De mirins os bonecos não tem nada, o local cobra uma taxa de 10 reais. Que para o tamanho do lugar, achei caro.

Aproveite para tirar boas fotos e carregar o celular. Rs

Tem uma tomada entre dois bonecos, na segunda sala. #FicaDica #Descubra


Almoço pedi um arrumadinho de carne de sol e como sempre aquele calvário para pedir um prato individual.

O arroz chegou depois. Como “cortesia” 😒

O restaurante Mirante tem comida típica, uma bela vista (se você chegar cedo) e é mais barato que o do lado.

Só tenha paciência porque o atendimento é bem ruim.


Depois daquele sono pós almoço,

fui visitar o museu de Arte Sacra, que possui obras do século XVII, XVIII e XIX.

O valor de entrada é justo. 5 “Temers”.


Ah! Falam do pôr do sol lá do Alto da Sé.

Só se for em outra época do ano, porque ele se pós do outro lado e eu não vi nada.


O observatório, como vários outros locais que tentei visitar em Recife, não abriu. E esse eu nem sei o motivo, porque a placa dizia o contrário e o trouxa aqui ficou esperando.


Resolvi descer a ladeira em direção ao mar.

No caminho encontro Plínio Varjão. Segundo o próprio: cantor e compositor de blues.

Parei e conversamos durante um tempo, ele tocou suas músicas para eu ouvir e ainda disse: Pode gravar aí.

Foi nesse momento que meu trabalho voltou a tona e resolvi fazer logo uma pequena entrevista.

Obs: Depois eu edito e mostro pra vocês.


Segunda tentativa de ir embora de Olinda e um pagodão me invade os tímpanos.

Pensei uma boa festa para eu aproveitar e fui seguindo o som como se fosse um rato seguindo o flautista de Hamelin.

Pena que como um rato meio surdo, já que me perdi nas ruelas.

Já suado e com as coxas mais inchadas que atleta que toma anabolizantes, resolvi parar em uma casa e perguntar.

A gentil senhora me indicou e segui em busca da balada.

Detalhe! Era no local onde eu estava anteriormente 😒

Chegando lá, a surpresa!

Festa de aniversário fechada. Não tive cara de pau suficiente parar entrar. Afinal estava todo suado e sem presente. Seria de extrema deselegância.


Lá vou eu descendo a ladeira da misericórdia novamente. Neste momento eu entendia bem o nome.


Me perdi novamente, só que dessa vez uma freira apareceu para dar informação!

Eu tinha pago meus pecados na ladeira e recebi uma ajuda divina, óbvio!

“Ah meu filho, desce essa rua reto e vira a direita. Você chega lá.”

Sai cansado, mas meu calvário chegaste ao fim!

Fiz o caminho e… chego em uma avenida. Nada de mar!

Rodei por umas ruas estranhas e escuras.

No meu atual estado, era mais fácil alguém correr de mim do que me roubar.


Achei o mar, um local tão escuro que se não tivesse barulho das ondas eu nem saberia que ele estava ali.

Desisti da aventura pela orla de Olinda e voltei para o Hotel.


Depois do banho, passada no Mafuá de Januário.

Tinha que me despedir daquela porção de camarão com geléia de acerola apimentada ❤.


Não rolou. 😓 O local estava superlotado e resolvi sair andando em direção a praia.


Encontrei esta praça.

Ainda encarei um acarajé. Praça de Boa Viagem

com várias barracas, espetáculo e depois show ao vivo.


Depois descobri que não era qualquer feira, era a feira típoca mais antiga do Brasil! 🤔😳


Obs: Nesta praça vi a Ponto Forte locação, com preços mais baratos do que paguei nos passeios.

A qualidade do serviço já não sei.


A foto não descreve o quanto essa lua está iluminando o mar.

A única coisa ruim é o povo quase se estapeando pra conseguir em um dos bancos no calçadão.

O negócio é mais concorrido que mesa na praça de alimentação de shopping.

Quer dizer, até eu me cansar da família de inconvenientes que sentiu comigo e levantar em direção à praça. Milagrosamente vários bancos ficaram vagos e inclusive a querida família também saiu. 😒


Apesar de ter corrido, feito uns exercícios, hoje eu comi tudo o que tinha direito (precisava aproveitar) e to me sentindo mais inchado que um baiacu nervoso.

Faz parte. Rs


Amanhã tem o encerramento desta saga ou não. 🤔