Rotina

Era tão bom ser criança! Se eu não fosse tão inocente, nunca teria a vontade de ser um adulto.

Atualmente está havendo uma grande quantidade de filmes baseados em contos ou desenhos que fizeram parte da nossa infância e até novas sequências para longas, como Procurando Dory, que assisti ontem.Ver alguns deles me gera uma mistura de alegria, animação e saudade, principalmente a saudade.

Esses pequenos momentos que nos fazem voltar a anos atrás de nossas vidas realmente nos fazem pensar no tempo, não é mesmo?! Nos faz pensar na nossa vida. Uma época que tudo era mais fácil e simples, mas que como em todos os momentos da nossa vida, nós não soubemos aproveitar o bastante com o sonho de fazer 10 anos, depois 15, depois 18 e assim vai indo… Mas porque nós mudamos tanto nesse meio tempo? Nós que éramos crianças sonhadoras, hoje somos adultos que se conformaram com a rotina. Porque?

Como não podemos voltar no tempo, porque pelo menos não tentamos voltar à aquela simplicidade de criança que ainda está dentro de nós? Resolvi tomar a personagem Dory como uma inspiração: “O que Dory faria agora?”. Acho que o que mais nos chama atenção na personagem é o fato dela ir atrás do que quer, não ter vergonha de se expressar e estar sempre pronta pra ajudar, assim como uma criança é. Tente levar essa perguntinha para o seu dia-a-dia, talvez você não precise usa-lá literalmente e começar a responder as pessoas na linguagem de baleia [lê-se balêies hahaha], mas quando você quiser desistir dos seus sonhos ou esquecê-los lembre dela e tenha a certeza que ela iria correr atrás. 😉

Independente do que aconteça… Continue a nadar!

“Quando eu era mais novo colocava os braços dentro da camiseta e dizia às pessoas que os tinha perdido. Eu dormia com todos os animais de pelúcia para nenhum ficar ofendido. Eu acordava cedo de manhã só pra correr para o sofá da sala e assistir TV. Eu esperava atrás das portas para assustar as pessoas, mas saía sempre, porque elas demoravam ou porque tinha que fazer xixi. Eu fingia estar dormindo no sofá para o meu pai me carregar para a cama. Eu costumava pensar que a lua seguia o carro e olhava para aquelas gotas escorrendo na janela como se fosse uma corrida. Lembram-se quando éramos crianças e queríamos crescer? O que é que havia na nossa cabeça?”
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