Confissão Romântica
Toda vez que eu me despeço dela é como se fosse a última vez.
Me despedir é tão difícil, minha mente torce e implora por claridade, um feixe de luz num mar de escuridão. A dor que eu sinto é tamanha que arromba meu peito.
A ternura que eu sinto dela parece não ter fim, o amor que eu sinto por ela é insano, desvario.
Sinto-me bem com ela como não sinto em lugar algum. Com seu rosto em meu peito, seu corpo junto ao meu, acaricio e digo palavras carinhosas, amorosas, doces, melosas.
A dor da partida que é inevitável me assola como um martelo em meu corpo, partindo meus membros, moendo meus ossos.
Pensamentos recorrentes envoltos nela, em seu jeito, seu amor, seus gestos, seu doce semblante de felicidade, me fazem ver a vida como uma missão cujo objetivo é viver o resto da minha vida ao lado dela.
Desvario romântico, amor insano e envolvente que afaga minha solidão vazia e minha indiferença crítica da vida.
