Turismo de aventura
em Santa Catarina


Escreve Dauro Veras | Fotografa Caio Cezar

Com as pernas flexionadas, Enzo Dutra Pasetti desce nas pedras do riacho, sustentado pelo equipamento de segurança. Os respingos de água fria e a dança dos raios de sol na floresta dão sabor especial à sua primeira experiência de rapel de cachoeira. Enzo é orientado de perto pelo instrutor Juliano Martins. A descida termina em uma piscina natural e ele logo está pronto para outra atividade: o arvorismo, um passeio pela copa das árvores a 15 metros de altura. Estamos no hotel Plaza Caldas da Imperatriz, uma estância de águas termais a 48 km de Florianópolis, entre montanhas e Mata Atlântica. Enzo, sete anos de idade, está maravilhado com a experiência. Este é um dos muitos lugares de beleza natural extraordinária que fazem de Santa Catarina um dos melhores destinos brasileiros de turismo de aventura para todas as idades.

Santo Amaro da Imperatriz e Águas Mornas atraem turistas que gostam de associar emoções fortes ao relaxamento de banhos termais, spa e massagem. No Verão, as cinco empresas de turismo de aventura que operam nos dois municípios atendem em torno de 10 mil visitantes, desde famílias com crianças e idosos a esportistas experimentados. Há grande variedade de opções na região: de trilhas leves a trekkings pesados com dez horas de duração, de pequenas quedas d’água a cachoeiras com 90 metros de altura, ideais para o rapel.

Se você gosta de movimento, é difícil ficar entediado em Santa Catarina. Os mais de 500 quilômetros de litoral recortado têm inúmeras enseadas, lagunas, ilhas e praias de areia fina — belo cenário para os apreciadores de esportes aquáticos. A pouco mais de duas horas de Florianópolis por estrada asfaltada, chega-se à região serrana, propícia para escalada, mountain bike e cavalgada. Na divisa com o Rio Grande do Sul, os parques nacionais dos Aparados da Serra e da Serra Geral oferecem cenários deslumbrantes para o canionismo e caminhadas. No Vale do Itajaí, rios correntosos fazem a festa dos apreciadores de rafting e há várias rampas de decolagem excelentes para o voo livre.

Arvorismo em Santo Amaro da Imperatriz.

Esse mosaico geográfico é enriquecido pela variedade de sotaques e temperos. O estado foi colonizado por imigrantes açorianos, italianos, alemães, austríacos, poloneses, ucranianos e japoneses, entre outros. Seus habitantes cultivam heranças culturais marcantes, que vão do zelo com os jardins à arquitetura típica, da cerveja artesanal à culinária saborosa. Predominam as cidades de pequeno e médio porte, com infraestrutura melhor que a média brasileira. Essa combinação de ingredientes faz da viagem a Santa Catarina uma experiência marcante. Os pais de Enzo, o representante comercial Geraldo Pasetti Júnior e a psicóloga Suely Dutra, moradores de Campo Largo, Paraná, são visitantes assíduos. Em terras catarinenses, já experimentaram tirolesa, rapel, rafting, escalada e mergulho.

Entre os profissionais de turismo, Santa Catarina tem sido comparada à Nova Zelândia, um consagrado destino internacional para a prática de esportes de aventura, pela fartura de atividades oferecidas em terra, água e ar. A Secretaria de Turismo do Estado e a Santur, órgão oficial de turismo, têm um plano de marketing até 2020, chamado “Plano Catarina”, que prioriza a divulgação do estado como “o destino de turismo ativo do Brasil”. As ações programadas incluem o incentivo a grandes eventos esportivos como a etapa do mundial de surfe e a prova de resistência Ironman, e também a divulgação de circuitos de cicloturismo associados ao turismo rural. Outra atividade incentivada é a observação da baleia-franca, mamífero ameaçado de extinção. Santa Catarina foi o primeiro estado a regionalizar a Abeta — Associação Brasileira de Empresas de Ecoturismo e Turismo Aventura.

“O bom da aventura é que ela te coloca no limite entre a vida e a morte, mas com segurança”, diz o instrutor Juliano, que já atendeu clientes dos três aos 90 anos. “A gente não pode trabalhar com achismo, tem que ter certeza do que está fazendo”. Juliano atua na Tartarugas, única agência do ramo no Brasil que oferece rapel de cachoeira para crianças em conformidade com as normas oficiais de segurança. Focada em clientes que buscam contato com a natureza sem abrir mão do conforto, a Tartarugas é uma das dez operadoras em Santa Catarina certificadas pela NBR-15331, da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). Esse instrumento certificador de qualidade já foi adotado voluntariamente por cerca de cem empresas no país e inspirou a elaboração de duas normas globais pela ISO — Organização Internacional de Padronização.

O Sistema de Gestão de Segurança preconizado pela NBR-15331 envolve um rigoroso planejamento, bem como uma auditoria anual realizada pelo Inmetro, o Instituto Nacional de Metrologia, ou pelo Instituto Falcão Bauer da Qualidade (IFBQ). “Fazemos um inventário de todos os riscos de cada atividade, levando em conta a probabilidade de acontecerem e as suas possíveis consequências”, explica Thiago Sardá, sócio da Tartarugas. “No rapel, por exemplo, escorregar é um perigo aceitável, mas um fluxo muito grande de água não é aceitável”. A política de segurança envolve ainda a capacitação dos operadores, a melhoria contínua, a minimização dos impactos socioambientais e o cuidado com o equipamento.

Rapel em São Bento do Sul.

Mais de 6,4 milhões de turistas estrangeiros visitaram o Brasil em 2014, um crescimento de 10,6% em relação ao ano anterior. Um estudo da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) aponta que um em cada quatro visitantes opta pelo segmento de natureza, ecoturismo e aventura. Segundo a Organização Mundial do Turismo, a atividade cresce em média 17% ao ano, impulsionada pela busca de um estilo de vida mais saudável e de ambientes naturais preservados. Nesse contexto, Santa Catarina desponta como destino privilegiado, pela diversidade de opções em um território com somente 95,4 mil km2 de área, equivalente a Portugal.

Um dos desafios é incluir Santa Catarina no circuito das operadoras internacionais. Hoje, a maioria dos estrangeiros procura as agências locais por indicação dos hotéis e hostels. Também é fundamental garantir a qualidade dos serviços e buscar diferenciais, como transporte de qualidade e a possibilidade de fazer pagamentos pela internet. Na prática, a certificação de empresas pela NBR-15331 ainda não faz grande diferença na hora da escolha do turista, constata Sérgio Machado, coordenador da Abeta em Santa Catarina e proprietário da operadora de ecoturismo Adrenalina: “Em geral eles não têm conhecimento sobre a existência da norma, mas para as agências de viagens é importante, pois há responsabilidade solidária”. Ele sugere aos turistas que busquem se integrar mais com a natureza, de preferência optando pelos serviços das empresas associadas à organização e as certificadas.

O repórter fotográfico Caio Cézar e eu seguimos viagem para o nordeste do estado, região de colonização germânica e italiana, com relevo montanhoso e muitos mananciais que brotam da Mata Atlântica. A ideia é conhecer de perto as opções de turismo de aventura que Santa Catarina tem a oferecer na água, na terra e no ar.

“Buenísimo”

Escalada esportiva em São Bento do Sul.

Agarrada em um paredão vertical a 20 metros de altura, a meio caminho do topo, a curitibana Janaína Xavier faz uma pausa para descansar. Ela avança sem pressa, buscando as reentrâncias do terreno para se apoiar. Argolas fixadas na rocha oferecem diversos pontos de ancoragem. À medida que sobe, ela prende uma corda com mosquetão — anel metálico com um gatilho móvel que se abre — na argola do alto e só então libera o mosquetão da argola de baixo. Seu companheiro, o mexicano Daniel Castillo, está no solo oferecendo proteção adicional ao segurar firme um equipamento que a sustenta com outra corda. As manobras se sucedem por quase meia hora, até que a atleta chega ao topo e dá um grito de comemoração. Mais uma via conquistada.

Janaína e Daniel moram na Espanha e são adeptos da escalada esportiva — modalidade em que o praticante emprega apenas as força corporal, sobretudo das mãos e dos pés. Algumas semanas antes, haviam vencido um paredão de 500 metros no sul da Argentina. Nós os encontramos acampados no Parque Natural Braço Esquerdo, uma reserva particular de Mata Atlântica a 14 km da cidade de Corupá, cidade de 14 mil habitantes no nordeste catarinense. Arrendado para o ecoturismo em 2011, o Parque fica a 600 metros de altitude e formalmente se situa no município vizinho, São Bento do Sul, mas não há acesso pelo alto da serra. Corupá tem grande potencial para o turismo de aventura: é cortada por 12 rios e tem mais de 70 cachoeiras catalogadas.

Com mais de uma década de prática do esporte radical em diversos países, o mexicano confirma que o Parque Braço Esquerdo é um dos melhores destinos que já conheceu para escalada técnica: “Buenísimo! Há rochas muito peculiares aqui”. Graças a um vulcão que existiu no local há milhões de anos, um conglomerado de rocha sedimentar e vulcânica propicia a formação de várias “agarras” nos locais onde antes havia seixos. Há mais de 50 vias disponíveis para escalada. Janaína as recomenda para quem já tem certa prática na atividade. Mas os atrativos do parque não se limitam aos paredões. O ambiente convida à comunhão com a natureza.

Nesse paraíso de biodiversidade, ainda existem animais de grande porte como a onça-parda, a anta, o macaco-prego e o bugio. Lugar perfeito para a observação de aves como tucanos, saíras e pica-paus. No fim do dia, os andorinhões fazem uma revoada de meia hora, antes de entrar na Caverna da Fuga, um empilhamento de rochas com 40 metros, por onde passa um riacho. Diz a lenda que, no tempo dos bugreiros, os índios se escondiam na caverna e sumiam por uma fenda lateral. O Parque tem recebido muitos visitantes locais, mas ainda é pouco conhecido fora do estado. Guias habilitados orientam o rapel de cachoeira e acompanham os turistas pelas trilhas. Uma delas, a do Morro da Igreja, sobe a encosta até o Planalto Norte, a 900 metros de altitude.

“Você não pode se queixar da rotina”

Parapente em Jaraguá do Sul.

Estamos agora ao Morro da Antena, em Jaraguá do Sul, a 178 km de Florianópolis, junto com mais de uma dúzia de praticantes de parapente. O piloto Andy Moreira observa a direção e a velocidade do vento. Em seguida, verifica os nossos equipamentos de segurança, com a tranquilidade de quem voa quase todo dia há uma década. Vamos fazer um voo duplo sobre a floresta e parte da cidade, até a pista de pouso no Jaraguá Clube de Voo Livre, 840 metros abaixo. Recapitulamos as instruções: manter a calma e respirar fundo; não tocar nos mosquetões que seguram o corpo à selete, aquela cadeirinha acoplada à asa; e, no momento da decolagem, descer correndo pela rampa, sem hesitar.

Andy me ajuda com um empurrãozinho, mas decolamos bem. Em segundos, já flutuamos em equilíbrio, com o vento acariciando o rosto. A adrenalina cede espaço à atenção contemplativa. Nada importa a não ser o momento presente. Abaixo de nós, o verde-escuro da mata. À esquerda, o piloto Nick Mello conduz outro parapente, levando Caio e suas câmeras fotográficas. Comento com Andy: “Você não pode se queixar da rotina”. As árvores ficam para trás. Passamos a sobrevoar casas, fábricas, ruas com carros que pareciam de brinquedo. Acompanhamos o curso de um rio e, por fim, fazemos uma curva ampla, para pousar com suavidade no gramado do clube. Valeu cada segundo daqueles 15 minutos.

Parapente em Jaraguá do Sul

O Brasil é o melhor lugar do mundo para voar de parapente, dizem os especialistas. E Jaraguá do Sul, uma referência, por seu relevo que favorece voos a grandes altitudes e por longas distâncias. Na cidade catarinense está a sede da empresa Sol Paragliders, líder na fabricação de parapentes e equipamentos de voo livre no continente americano, com clientes em 62 países. Visitar a fábrica é programa turístico obrigatório para os simpatizantes da atividade. Nos intervalos entre suas andanças pelo mundo, os pilotos patrocinados pela empresa podem ser encontrados na fábrica, testando novos equipamentos para acrobacias e outras modalidades competitivas.

“O voo livre depende totalmente da natureza, ou seja, de condições meteorológicas favoráveis, velocidade e direção do vento, acesso a um pouso”, diz Nick Mello, diretor de relações públicas da Sol Paragliders e sócio da escola de parapente Raios do Sol. Ele sempre recomenda a seus alunos — qualquer um maior de 18 anos e saudável, que esteja disposto a investir cerca de R$ 12 mil no curso e no equipamento — que aprendam a ter paciência: “Quando a natureza não quer, é preciso respeitar”. Nos dias desfavoráveis ao voo, Jaraguá do Sul tem diversas alternativas para quem gosta de movimento, como canoagem, bóia-cross, montanhismo, trilhas de moto e de jipe. Também vale fazer o circuito histórico-gastronômico pela Rota Alemã, a Rota Italiana e a Rota Húngara.

“Meu lugar preferido”

Kitesurf na Lagoa da Conceição, Florianópolis.

Em abril de 2011, durante uma viagem de lazer a Florianópolis, a comerciante paulistana Érica Chang ganhou um presente duplo de aniversário: descobriu o kitesurf e conheceu o namorado Mathew Bauer, bombeiro florestal no Arizona, Estados Unidos, que também havia acabado de aprender as técnicas do esporte. A sintonia foi tão intensa que passaram a viajar juntos para velejar em lugares como o Havaí, as Canárias e a praia cearense de Jericoacoara. Mas a Ilha de Santa Catarina ainda é o melhor destino para o casal, que continua a visitá-la sempre que pode.

“Meu lugar preferido é a Lagoa da Conceição, porque é rasinha e dá pra ir andando até a prancha”, diz Érica. Para ela, a variedade de opções ao ar livre é um dos principais atrativos da capital catarinense: “Quando tem vento, velejamos; quando não tem, surfamos ou fazemos stand-up paddle [canoa a remo]”. Mathew já experimentou parapente, sandboard e windsurfe, entre outros esportes, mas seu favorito é o kite. “Não é difícil, basta querer aprender”, incentiva. O equipamento custa cerca de R$ 4 mil e em seis horas de prática já é possível velejar.

A Lagoa da Conceição também é muito apreciada pelos praticantes do windsurfe. Na Windcenter, primeira escola do esporte em Santa Catarina, fundada em 1995, um pacote de seis aulas básicas custa R$ 350 e o curso completo com 16 aulas, R$ 780, com turmas de quatro alunos no máximo. No kitesurfe, como o deslocamento é mais rápido, o aprendizado é individual, por motivo de segurança. Duas horas com um instrutor particular, usando equipamento da escola, custam entre R$ 250 e R$ 300. Também na Lagoa, a Open Winds oferece cursos dos dois esportes.

Surfe no Campeche, Florianópolis.

Quem gosta de velejar em mar calmo pode optar nas praias do norte da Ilha, como Jurerê, Ponta das Canas e Canasvieiras. No leste, Campeche, Joaquina, Mole e Moçambique são boas escolhas para os que preferem ondas maiores. A 90 km ao sul pela BR-101, você vai encontrar a praia de Ibiraquera, no município de Imbituba, considerada o melhor lugar do Brasil para windsurfe. Bem perto, a Lagoa de Ibiraquera é ideal para slalom (manobras em ziguezague) e também para o kitesurfe. Cursos podem ser agendados com a operadora Kite & Surf. No litoral norte do estado, há bons locais em Balneário Camboriú, Piçarras e Joinville.

A tarde avança com sua luz dourada e eles retiram o equipamento da lagoa. Hora de relaxar com uma chuveirada quente e tomar um café. Conversamos sobre as variadas opções de esportes de aventura que se pode praticar no estado. Érica e Mathew estão interessados em também explorar outras atividades. Ela conta que comprou um apartamento na Ilha de Santa Catarina, para facilitar suas visitas frequentes. Mathew está considerando seriamente se mudar para o Brasil. Que os deuses dos ventos abençoem o casal.


Os repórteres: Caio Cezar (esq.) e Dauro Veras. Foto de Andy Moreira.

Empresas e outras organizações que
serviram de fontes para a reportagem

Abeta — Associação Brasileira de Empresas de Ecoturismo e Turismo de Aventura Rua Prata, 32, Cruzeiro, Belo Horizonte — MG Tels.: (31) 3227–1678 | 3261–5707

Tartarugas
Rua Princesa Leopoldina, 3355, Santo Amaro da Imperatriz — SC
Tels.: (48) 3251–9058 | 8429–2592 | 9961–6751

BR-101, Km 144, Itapema — SC
Tels.: (47) 3261–7000 | 9610–5394 | 8486–0671
http://www.tartarugas.net

Sol Paragliders
Rua Walter Marquadt, 1180 — Rio Molha — Jaraguá do Sul — SC
Tel.: (47) 3275–7753
www.solparagliders.com.br

Raios do Sol — Escola de Parapente
Jaraguá do Sul — SC
(47) 8825–2707 | (41) 9964–1345 www.raiosdosol.esp.br

Windcenter
Rua Rita Lourenço da Silveira, 673 — Lagoa da Conceição — Florianópolis — SC
Tel: (48) 3232–2278
www.windcenter.com.br

Open Winds
Av. das Rendeiras, 1672, Lagoa da Conceição, Florianópolis — SC
(48) 3232–5004 | 3232–5176
www.openwinds.com.br

Kite & Surf
Ibiraquera, Imbituba — SC
(48) 9973–7439
www.ibirakiteesurf.blogspot.com.br

Secretaria de Turismo e Cultura de Santo Amaro da Imperatriz
Rua Natividade 3922, Centro
Telefone: (48) 3245. 3266
www.santoamaro.tur.br

Parque Natural Braço Esquerdo — Evaldo Paust
Ano Bom — São Bento do Sul — SC
A 7 km do Trevo de Corupá
Atendimento de novembro a março das 9h às 18h e de abril a outubro das 10h às 17h. Não abre às segundas-feiras.
Tels.: (47) 9974–7874 / 9147–3008

Divisão de Turismo da Prefeitura de Corupá
Tel.: (47) 3375–6500
www.corupa.sc.gov.br

Departamento de Turismo da Prefeitura de São Bento do Sul
Rua Jorge Lacerda, 11, Centro
Tels.: (47) 3633–6942 | (47) 3626–2123 | (47) 3626–6669
www.turismoemsaobento.com.br

Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Turismo de Jaraguá do Sul
Rua Walter Marquardt, 1111
Tels.: (47) 2106–8047 | 2106–8399
www.turismo.jaraguadosul.com.br

Secretaria Municipal de Turismo, Cultura e Esportes de Florianópolis
Rua Tenente Silveira, 60, quinto andar, Centro
Tel.: (48) 3952–7000
www.pmf.sc.gov.br/entidades/turismo

Santur — Santa Catarina Turismo
Rua Felipe Schmidt, 249–9º andar — Florianópolis
Tel.: (48) 3212–6300
Central de Atendimento ao Turista : 0800–6446300
www.santur.sc.gov.br

Reportagem produzida em maio de 2012 e publicada em agosto de 2015.
É livre a reprodução não-comercial, com atribuição de autoria e sem derivativos.