Ainda lembro do primeiro poema que te escrevi, deitado no chão, olhando para o céu, e rodiado de incertezas. O amor é tipo uma folha prestes a cair, e eu como bom observador, sabia que uma hora ia acontecer, e dessa vez eu permiti que acontecesse, sem pretensão de mudar nada, eu, mais do que ninguém queria saber se desta mesma árvore que brota folhas, daria bons frutos.