Noite após noite, eu procurava versos, nos procurava em trechos. De qualquer maneira, nunca fui bom em alguma coisa que eu realmente gostasse.

É tão bom olhar para as árvores e reparar um detalhe novo, pelo menos a cada vez que olho.

Amei sete vezes em setembro, só não amei a oitava por quê a tinta acabou e, todas vezes eram você, você que fingi não me amar tanto assim, você que fingi não sentir saudades quando eu fico um dia ou mais sem te ver, você que quando me abraça fingi que não sou o amor da sua vida, você que me faz ficar acordado numa terça-feira de sono, te escrevendo poemas, você…