relativismo

substantivo masculino
. qualidade do que é relativo.
. fil ponto de vista epistemológico (adotado pela sofística, pelo ceticismo,pragmatismo etc.) que afirma a relatividade do conhecimento humano e a incognoscibilidade do absoluto e da verdade, em razão de fatores aleatórios e/ou subjetivos (tais como interesses, contextos históricos etc.) inerentes ao processo cognitivo.

Existem coisas e casos. Casos e coisas que viram novos casos, parindo outras coisas que nem parentes são do broto de ideias iniciais. E existem as coisas que simplesmente não são, nem coisas nem casos. Inomináveis coisas.

O imbróglio aumenta quando você tenta transmitir uma ideia dentro do contexto político, onde nestes nossos primaveris dias de carestia o que interessa é quantificar quem é menos pior, pela somatória dos erros cometidos e/ou presumidos. Com Aécio seria pior…

A máquina estatal de hoje está trabalhando dentro do conceito do salve-se quem puder, postulando o relativismo como se fosse invenção própria. Não interessa que Lula tenha roubado, porque lá em 1545 um certo Dom português fez exatamente a mesma coisa! E com Aécio, claro, seria pior…

O relativismo não respeita o contextual, pelo menos não esse tipo moderno. A intelectualidade acha um horror Monteiro Lobato ser racista dentro do contexto DE HOJE, mas esquece que à época dele o que hoje é normal, como as jogatinas congressistas, seria caso de interdição em sanatório, ao menos. E a grande sacada “maioridade penal”? Como se o crime pedisse permissão à folhinha do açougue para agir. Se tu é di menó, é digno de dó. Mesmo que seja apenas mais um vagabundo sustentado pelo paternalismo do morro e do Planalto. E obviamente, com Aécio nem te conto…

Dilma é hoje o perfeito exemplo do relativismo: é sem estar presidente, pois de fato Lula manda. Se não manda e como sempre, não sabe, NESTES TEMPOS é considerada uma estadista, porque afinal de contas foi eleita em sufrágio universal, blá, blá, blá, mesmo que financiada até onde já se apurou, com dinheiro ilícito, mentiras e tal. Mas pô, tá certo! Imagina se fosse com Aécio?

A xeque-mate será dado quando relativizarmos nossos direitos — o que de fato já ocorre — dando espaço para que decidam por nós a música que será dançada, segundo o compasso de espera do momento. Está perto, não está, tanto faz. Bom é ficar ciente de que sim, existem possibilidades de todos os tons, mas que se fosse o Aécio, meu amigo, você nem estaria lendo este texto, segundo nosso grande governo Castro… Kirchner… Lula…. ah, sei lá… tudo tão igual dentro de suas mesmices relativamente pequenas dos líderes de Bananorama…

Ao lembrarmos que conceitos básicos como certo e errado são contextuais, me reservo a liberdade de escrever pensando que, quem sabe um dia, prevaleçam coisas que são coisas (ou eram), como a moral, a ética, a honestidade. Mesmo que seja auto-hipnose.

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