Fui ontem à noite no Tecnotalks e o assunto era EU. No momento de uma prática proposta em que fomos incentivados à pensar como éramos em determinados momentos na infância e na juventude, não consegui buscar na mente respostas conclusivas.

Ficou claro, e realmente faz muito sentido, que o que seremos no futuro é o resultado da nossa vivência anterior. A maturidade é resultado desta vivência, não sendo relacionada ao tempo ou idade.

O futuro deve ter um objetivo, um Everest em que se busque alcançar o cume. Também não consegui definir qual é minha montanha, quando fomos encorajados à mentalizar sobre.

Sei dizer algumas de minhas limitações, quero superá-las. Está faltando AÇÃO!

Bons projetos precisam de iniciativa e “acabativa”. Tenho eles na gaveta. Está na hora de abri-lá.

Se vou ou não empreender, ter um negócio próprio no futuro, ainda não sei. Sei que quero mais o “Ser/Viver” em detrimento do “Ter”. Ser autor do meu próprio destino e não estar sempre à serviço do projeto de outrém.

Enfim, o primeiro/próximo passo é descobrir o “Porquê” para que os “Como” sejam recompensadores.

Em meio ao complexo do “Não sei”, sei que mereço um sonho, e que as respostas para minhas questões virão eventualmente.

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Senior Frontend Developer at Verifone.

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