People hate me… for being, me. (Portuguese)


Colocar isso aqui provavelmente me torna um idiota, é a minha primeira publicação aqui, mesmo que ninguém vá ver ou comentar, vou deixar aqui.

Há alguns dias tive alguns problemas com alguns amigos e não sei como vai ser de agora em diante. Mas isso é para eu aprender, mania feia de cuidar das pessoas.

Enviei algumas mensagens e acho que fui agressivo, eles não reagiram positivamente, agora me sinto mal, não acho que algum deles vá querer conversar comigo tão cedo.


Não é nenhuma novidade que eu não sou o tipo de amigo que passa a mão na cabeça. Se ninguém percebeu isso, talvez seja porque são completos boçais.


A gente não se vê mais e me pergunto se isso realmente ameaça nossa amizade, conhecendo-os, sei que não estão estudando, muito menos trabalhando, e ao invés de estarem fazendo o que os fazem bem e bom, provavelmente estão fazendo coisa errada.

A maioridade penal já é realidade para alguns deles. Se ninguém faz, eu faço, julgo mesmo, o trabalho sujo precisa ser feito de alguma forma. Não precisaria se já tivessem tomado vergonha na cara, para fazer algo que condizesse com suas respectivas idades. Eu não sou contra beber ou fumar, ou fazer qualquer outra coisa que vá contra os princípios de uma família, só me incomoda saber que fazem tudo isso e, mais um pouco, com o dinheiro que nem produziram.

Eu juro que não gosto de falar sobre mim dessa forma, mas não sei dar exemplos práticos sem me usar em comparações. Eu tento ser o melhor de mim, desde que eu reprovei, tentando sempre correr atrás do tempo perdido, e sugerindo sempre, a todos a minha volta, que fizessem o mesmo. É estranho, mas nem eles e nenhuma de suas influências, tem os induzido a fazer o que é bom, e eu provavelmente, devo ser o único, que os puxa, majoritariamente, para o bem, não sei o que eles tem feito para preferirem o que não presta.

Não estou falando para pararem de falar com todos e falarem só comigo. Pelo contrário, eu quero que tenham muitos amigos e que estejam apenas com quem vale a pena. Estou dizendo que é preciso rever quem são, e com que tipo de pessoa querem estar, se não fizerem isso cedo, no fim de tudo, podem se tornar pessoas indesejáveis, nem eu, nem ninguém, vai querer isso, viver sozinho é impossível.


A essência é individual e vem de casa, é uma construção de valores que extrapola nosso controle, o mau sempre pode ser amenizado.

Podem todos achar que eu faço isso para inflar meu ego, talvez eu faça mesmo, mas pelo menos apenas o bem tem o inflado, e ninguém saiu machucado até hoje, então minhas ações tem sido genuinamente livres de egoísmos.


Fico confuso ao perceber que se tornaram completos estranhos justo quando começaram a ter contato com coisas novas, mesmo que alguma delas tenha sido proposta, em algum momento, por mim. Não foram intensificadas por influência minha e sim por eles e suas companhias. Coincidentemente pararam de falar comigo, justo na hora que mais precisei. Eu tenho certeza que não querem ser representados pelo tipo de gente que teem escolhido, muito menos levam-os como exemplo, mas não faz parte de mim apoiar tanta babaquice.


O trabalho dignifica o homem, não é vergonhoso trabalhar, não sei porque muitos pensam que é um bicho de sete cabeças. Viver é para os fortes, viver é cansativo, e vai ser doloroso, não sei porquê sentem medo.

Gostaria de entender porquê pessoas gentis e boas se colocam em posições onde mais ninguém parece ser bom.


Para o momento, me parece adequado. As vezes faz parecer que ninguém mais parece querer ouvir, e que por algum deslize, não tem feito o real papel que deve ser feito num momento delicado da pessoa.

Me faz pensar se realmente valem a pena.

Espero que um dia, o sentimento de pertencimento se faça necessário ou tenha algum sentido.