#TudoPorUmLike


Não queremos um papo reto, algo de contato, gostamos de fios, circuitos e muito touch screen. Precisamos de visões e de atrações, precisamos de comentários e curtidas.

Aprendam, ser regueiro não é assinar seu próprio atestado de óbito. Gostar de reggae é como gostar de new classic, ritmos hipster e saber que todo mundo pode ouvir algo democraticamente universal [música].

Música é democrática não é para tanto que é apelidada de linguagem universal. Existem brasileiros que questionam a verdadeira música brasileira por receber diariamente influencias de ritmos gringos aqui dentro do território, assim como críticos de literatura unem-se à falar mal de novos autores que, até hoje, não existiam aqui. Um exemplo são os escritores de literatura fantástica que levantam a sua bandeira e defendem, relativamente, um quase Manifesto.

Voltando ao reggae, não é uma ceita religiosa, não é necessário uma filiação é música, Você não é e nunca vai ser obrigado, por Lei, de ter que tomar certas atitudes que não conduzem com sua moral ou ética. Ou seja: não é necessário fumar, beber ou fazer coisas ilícitas. Voltando a frase: “MÚSICA, universal” a maior de todas as línguas.

O melhor de todos os ritmos, não existe é verdade. O melhor é a diversidade que isso traz a humanidade. A mistura de cores, a flexibilidade delas, os sons, ritmos e adversos motivos que nos fazem diferentes. Nos torna capazes de destingir o que é bom, o que é verdadeiramente bom e o que nos torna, pior ou ruim.

Não basta posar bem na foto, é preciso mostrar a fumaça que foi inalada, a droga que foi consumida, os efeitos maléficos que isso traz a si, no entanto o pior efeito que a divulgação exagerada do produto que só causou, até agora, coisas ruins a sociedade.

Os likes aumentam.

O número de viciados também.