Drag Race, Pabllo Vittar e como o homem gay trata entretenimento de forma truculenta
Jeff Oliveira
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Ótimo texto! Gostei da forma que você usou os exemplos para desenvolvê-lo.

É normal a gente gritar, berrar, se emocionar e se revoltar com Drag Race. O que não é normal, é mandar ameaça de morte pra Jasmine Masters, Kennedy Davenport e até mesmo RuPaul. Ou mandar imagens de pessoas desfiguradas pra Aja só porque a pele dela tem cicatrizes de queimadura, por exemplo, e seu rosto está fora dos padrões.

A gente é bem mais que isso…

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