Tradução: nota de Chimamanda Ngozi Adichie
Suzane Jardim
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um ótimo trabalho, Suzane!

parabéns pela ideia e por ter executado ela, principalmente, haha ❤

acho Chimamanda incrível, e quanto mais leio o que ela escreve/fala mais me apaixono. vi a entrevista que ela cita (nesta mesma entrevista) e discordei da forma como ela havia colocado suas ideias. deu a entender que ela estava separando as mulheres trans e cis para mostrar que as trans possuem determinados privilégios, sendo assim, a condição de SER mulher trans seria mais “””tranquila””” ou mais “””fácil””” do que a condição de SER uma mulher cis. dessa vez a coisa ficou mais clara, embora ela não apresente o fato de não ter que lutar para que as pessoas lhe considerem uma mulher um privilégio, ainda assim, ela consegue modificar algumas pulgas que ficaram atrás da minha orelha e consigo perceber um esclarecimento maior da parte dela.

no fim das contas, embora ela precise ter muito cuidado no que fala e em como fala as coisas, ainda assim ela se encontra num processo de desconstrução. é e precisa ser contínuo, então… foi ótimo ter lido isso e entendê-la melhor ❤

p.s.: ainda assim, acredito que se mostrar enquanto mulher (e enquanto) trans pesa mais que simplesmente ser uma mulher cis. é fácil de entender quando se compara as pautas das lutas de mulheres negras e da luta de mulheres branca, por exemplo.

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