Sobre esta mania que temos de querer agradar aos outros…

Colocar nossa vida nas mãos de um julgamento externo pode ser devastador.

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Durante muito tempo em minha vida perdi muita energia com este péssimo hábito: querer agrar aos outros. Digo péssimo pois isto sempre me consumiu muita energia.

Querer agradar sempre é um comportamento extremamente nocivo à nossa saúde emocional pois nos escraviza e nos limita. Além disso, nos coloca na mão do outro pois seu julgamento passa a ser o norteador das nossas ações. Deixamos de ser autênticos, deixamos de ser verdadeiros com nossos próprios valores. Passamos a nortear nossas atitudes pelos resultados que os outros esperam — ou pensamos que eles esperam, o que ainda é pior. Muitas vezes não nos damos conta que sequer sabemos realmente o que os “outros” querem. Imaginamos — e ai começa o jogo mais perigoso. Ao imaginarmos, criamos fantasias de expectativas muitas vezes inatingíveis em termos de padrão de comportamento.

Nunca conseguiremos agradar aos outros neste nível.

Querer agradar sempre é, antes de tudo, uma prova inequívoca de imaturidade emocional. Ou, podemos chamar de insegurança. Quando somos imaturos e inseguros balizamos nossa vida pela opinião de terceiros — buscando uma aprovação externa — que nos indique que estamos no caminho certo. Por incapacidade de julgamento, procuramos nos outros um norte para nossa vida.

Isso é escravizador.

Ao nos comportamos desta forma criamos para nós mesmos uma enorme prisão. Temos que agradar! Esse ciclo viciosos nos impede de progredir por nos castrar de nossa individualidade. Por deixamos de ser autênticos passamos a responder de forma automática para satisfazer uma expectativa.

Passamos a dizer sim quando gostaríamos de dizer não. Passamos a ser permissivos e isso nos agride, nos violenta.

Colocar nossa vida nas mãos de um julgamento externo pode ser devastador.

Felizmente a maturidade trás consigo o antídoto. Com o passar dos anos, vamos aprendendo a nos conhecer e a nos respeitar. A experiência acumulada começa a nos dar mais segurança e o aprendizado adquirido nos estimula a tomar nossas próprias decisões, assumir nossos atos e puxar para si as rédeas da vida. Os cabelos brancos estimulam nosso cérebro a não mais aceitar julgamentos externos como balizador de nossa vida.

Somos agora maestro, piloto e juiz de nós mesmos.

Liberdade!

Sou responsável pela minha vida! Sou responsável pelas minhas escolhas e atitudes!

Escolho o meu caminho!

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