Nota sobre o meu tempo… de vida

Apenas que, fazendo um pequeno trampo que topei por precisar levantar grana pra um curso, reconfirmo o que já sei tem tempos: nenhum dinheiro, não importa em que quantia e o quão venha a calhar, paga o uso do meu tempo. Nenhum. Se não vier de um lugar de desejo genuíno, daqueles que você fala, “Hell, yeah!, quero muuuito fazer isso!”, por mais que a coisa até seja agradável (como é o caso!), não paga. Vira peso, vira falta de ar. O que só me leva a reafirmar que, se é necessário dinheiro pra viver, precisamos inventar novos jeitos de viver. Eu preciso, pelo menos. Pro dia antes de anteontem.

Vamoooooo.