O sexo do dinheiro

Este post faz parte do Mordenize, jornada para achar um jeito de lidar com o dinheiro (e a vida) que me faça sentido — esperando que isso possa ajudar você também. Toda terça e sexta. Considere apoiar, a partir de R$ 1.

Bem, gente, hoje resolvi postar a frase que me fez dar pause para pensar, tão intrigante que me pareceu, ao ver ontem o Ted do Mark Boyle, o cara do The Moneyless Manifesto.

O Ted tá aqui (em inglês, sorry — quem sabe eu transcrevo nas próximas semanas) e a frase aparece no sexto minuto.

Como venho me sentindo inclinada a experimentar viver sem dinheiro (ou com o mínimo do mínimo possível), ela me fez enxergar a praticidade ~profana~ mesmo que existe nesse incrível meio (meio, ressaltar não tira pedaço, né?) chamado dinheiro.

Como lhes cai a frase, hein? Faz sentido? É uma bobagem completa? Minha tradução cagou e não dá nem pra entender, rs?

Não sei… é só que me parece ter um pano infinito pra manga aqui.

:) ❤


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