draft: i’m back, bitches!

Faz tempo que ando ensaiando pra escrever aqui, comecei outro blog ano passado nessa mesma época e, como sempre, acabei abandonando. Eu vivo adiando isso, mas ultimamente a necessidade de maior quantidade de caracteres tem vindo à tona com mais força. Parece que nada mais é suficiente ou certo e não faz mais sentido escrever coisas que daqui um ou dois anos eu não irei mais concordar ou pensar — ou sequer lembrar — , mas vale a tentativa e o registro das memórias.

Não quero te contar de como tudo foi até então: um emaranhado de acontecimentos e mudanças, nossa, quantas mudanças! Eu sei que a época de textão de final de ano já passou, mas só quero deixar registrado que 2015 foi um ano de crescimento pessoal e emocional por assim dizer. Não que essa jornada de autoconhecimento já esteja completa, na verdade ela apenas começou e isso inclui quebrar muitos paradigmas que eu tinha de certas coisas até o momento. E isso é assunto pra outro textinho pois não cabe jorrar um bando de resoluções mal pensadas e pensamentos corriqueiros num texto só, creio que pelo tempo que eu ando sem escrever haja material pra muita coisa e a única resolução que eu faço questão de cumprir pra esse ano é escrever mais e melhor — quero fazer desse espaço minha nova casa e espero que me acolham bem ;)

Prefiro manter certas coisas intactas como uma tentativa de fluxo de consciência mal elaborado, ou 1ª e 3ª pessoa como convém. Depende da intenção, indireta ou não. Mas não cabe recordar o passado, coisa que eu sempre me pego fazendo, essa coisa de personagem já deu. Pretendo ser sincera, mas não muito, pois sinceridade machuca, às vezes.

Mas então, você vai escrever sobre escrever ou vai escrever mesmo?

Escrever intenções é o primeiro passo, já deixei a mania de fazer listas há muito tempo, sempre acabam engavetadas ou arquivadas em doc word.com em uma pasta escondida na área de trabalho ou no atalho de minhas memórias. Vejam, não é que seja fácil, vamos discutir a relação de escrever antes que eu escreva de verdade.

Não sei se vocês notaram mas adoro o twitter e comecei a usar na época em que, realmente, todos falavam sozinhos. Com exceção dos famosos — porque na gringa isso já era moda quase obsoleta — as pessoas comuns buscavam a plataforma como uma espécie de válvula de escape pra seus sentimentos, ideias e sim, indiretas. Seja pra rede ao lado ou pra pessoas que sequer leriam 150 caracteres. Por favor, não destruam isso. É a marca registrada da loucura toda, se é que me entendem.

Voltando aos pormenores,

não espero agradar, só espero despejar o que me engasga

não espero que você entenda, aliás, essa é a última coisa que quero

não exija muito de mim, eu faço esse trabalho muito bem

não espere indiretas, a não ser que as procure

não procure erros, se existem, eles foram propositais haha

não espere grandes coisas, expectativa gera decepções e isso eu resolvo com meu espelho

no mais, espero que eu seja bem vinda

você não é bem vindo, e embora meu orgulho diga o contrário, e peça carinhosamente pra que você permaneça.

um beijo

@desalices

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