Coisas desconhecidas de grandes conhecidos

Sem introdução ou justificativa sobre o motivo desses escritos. Me sinto mais a vontade com palavras rabiscadas do que cantadas.

Há poucos dias, jantei com uma amiga e relembrei uma história que muitos amigos desconhecem. Causo este, que reforçou a correta escolha pela habilitação de Relações Públicas para sustentar meus vícios, amores e prazeres.

Cursei Comunicação Social na Universidade Federal da Paraíba, em João Pessoa, terrinha que adotei de corpo, alma e coração. No ano que prestei vestibular, tive a felicidade de ser aprovada também no curso de jornalismo, da Universidade Estadual da Paraíba, em Campina Grande.

Lembrei-me de um antigo sonho de meu pai. “Ah, que minha filha será uma linda arquiteta”.

E desde criança, eu sonhava em ser atriz.

Aprovada nos dois cursos, iniciei o de Relações Públicas no primeiro semestre e me matriculei no de jornalismo, que iniciava no segundo.

A partir daí, o sonho do meu pai virou uma leitura de jornal. Que caminho difícil foi o do desconhecido, patinho feio e o discriminado curso de RP. 
Entretanto, de uma forma avassaladora, ele triunfou. A cada dia que passa tenho a certeza de que esta foi a melhor escolha.

Melhor ainda, que pude também realizar o outro sonho do meu pai, aquele que é apreciado com um copo de café.

Ele não gostava de café. O gelo da água era o que ele tinha de mais frio.

Sonhos que se sonham juntos conceituam a genuína felicidade.

Bateu aquela saudade dele.

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