Diaconia lança campanha de Coleta Seletiva

Campanha ‘Coleta Seletiva: Eu me Comprometo! ’ é uma realização da Diaconia e entidades parceiras

Por Tádzio Estevam (Assessor de Comunicação da Diaconia)

Ações da campanha já estão sendo desenvolvidas nos municípios de Afogados, Carnaíba, Tabira e São José do Egito

A busca por soluções na área de resíduos sólidos foi a temática de seminário ocorrido na última semana, em Afogados da Ingazeira, Sertão do Pajeú pernambucano. O evento contou com a participação de representantes das Prefeituras de Afogados da Ingazeira, Carnaíba, Tabira e Triunfo, Compesa, IFPE, igrejas e escolas e foi escolhido para o lançamento da campanha ‘Coleta Seletiva: Eu me Comprometo! ’, uma realização da Diaconia e entidades parceiras.

Afonso Cavalcanti apresentou a campanha da Coleta Seletiva durante evento

Durante o seminário, o assessor político-pedagógico da Diaconia, Afonso Cavalcanti, falou sobre a campanha que estampa em camisas, banners, adesivos, faixas, panfletos e cartazes o compromisso da população em realizar a coleta dos resíduos de forma adequada. “Temos que cuidar do nosso ambiente de maneira mais eficiente, separando nossos resíduos de forma adequada e consciente. Assim, evitaremos que mais pessoas tenham que sobreviver em lixões. O meio ambiente agradece”, disse Afonso. A campanha tem atuação nos municípios de Afogados, Tabira, Carnaíba e São José do Egito.

A prefeitura de Afogados da Ingazeira apresentou aos participantes projetos de aproveitamento de óleo de cozinha para produção de sabão e detergente, coleta de resíduos recicláveis e orgânicos. Em outro momento, foi apresentado o Termo de Compromisso Ambiental (TAC), firmado entre Ministério Público Estadual e gestores para erradicar os lixões. “Os gestores assinaram um acordo coletivo onde constava o TAC, com 82 propostas de gestão e educação ambiental para o tratamento dos resíduos sólidos”, explicou o promotor Lúcio Luiz de Almeida. De acordo com ele, os municípios que mais avançaram no cumprimento do Termo foram Afogados da Ingazeira e São José do Egito, embora com ações tímidas. Os demais municípios não realizaram nenhuma ação e correm risco de punição civil e criminal por omissão tanto de prefeitos como funcionários públicos.