Our Idiot Brother (2011)

Os filmes que mostram depilação à moda brasileira estão a me acompanhar. É o segundo filme que vi essa semana que cita esse assunto, haha. Parece algo bem comentado no exterior sobre o Brasil.

Sobre o filme, a mensagem de dar as pessoas o benefício da dúvida é bem interessante. Realmente é muito comum todos julgarem o outro, sem levar em conta seu passado, suas experiências. Esquece-se que a vida não é uma competição. O fato é que ser legal com o próximo acaba a criar mais oportunidades do que desavenças. Não uma oportunidade egoísta — que gira em torno dos próprios interesses — mas uma oportunidade de se relacionar de forma verdadeiramente humana com as pessoas.

Os personagens do filme julgam e estabelecem uma maneira fixa de se comportar. Vivem em um mundo de falsidades e contravenções. O garoto não pode aprender a lutar. Não se pode ser diferente. A traição, que é praticamente tema do filme nas três histórias das irmãs, é tratada sem diálogos. Nada é dito em frente à pessoa que realmente precisa receber a informação. A informação sempre chega através do Ned.

Esquece-se também o quão natural pode ser essa infidelidade, já que no caso das Lésbicas, por exemplo, foi possível haver uma reconciliação. A mensagem é que tudo pode ser resolvido com conversas. É aí que entra a personalidade sincera do Ned, que desmistifica esse tabu e nos faz questionar quem é o idiota da história.

Destaque para “A cena dele a se sentir culpado pelo ménage”, haha.

No mais, será que o roteiro não achou que ele seria feliz o suficiente sozinho com o cara lá? haha. Isso não é uma crítica, afinal a história pode ir por onde quiser. Apenas uma observação.

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