Existem tragédias e fatalidades. Não menosprezo a dor da perda ou a crueldade da morte prematura e violenta, apenas a observo. E concluo: não há fatalidade quando o resultado mortal e irremediável foi, indiscutivelmente, buscado incessantemente por anos a fio, de irresponsabilidade a irresponsabilidade. Pelo menos o momento da morte foi feliz, na embriaguez.