Qual o seu papel, cara pálida?

Desde jovem gostei dos livros de Isaac Asimov e seu futurismo, a ficção cientifica saiu do campo lúdico e utópico e está cada dia mais próximo de nós, pois a palavra futuro tem se tornado mais presente a cada dia.

Essa semana li um texto do Uol Tab que falava sobre futurismo, achei muito interessante e legal a abordagem que foi desenvolvida sobre as relações de trabalho e as novas tecnologias. Na minha tenra experiência como profissional de comunicação já passei por empresas, agências e órgãos públicos, todos ligados a comunicação, e uma das coisas que mais me deixava com confuso era o papel de alguns profissionais que preferiam se orgulhar do nome do seu cargo do que propriamente realizar o trabalho devido. Daí você me pergunta: O que isso tudo que você escreveu tem haver com futurismo e as relações trabalhistas? Eu respondo: Tudo.

Hoje com o fluxo de informação cada vez mais crescente e o “Senhor” Google dando tudo de mão beijada, acredito que o trabalho compartilhado e o acesso a habilidades profissionais cada dia mais facilitado, faz com que um simples profissional possa ser tornar multi, e estar por dentro de tudo que acontece em volta do seu campo de trabalho. Sendo assim, fica um aviso para aqueles que preferem se resumir a sua simples função de ser uma simples parte da engrenagem, acredite, você pode mais.